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23 de jul. de 2017

Por que você não está conseguindo a sonhada promoção?


Se suas atitudes não estão trazendo os resultados que você espera, o que você faz?

80-90% das pessoas que conheci começam a criticar os outros, o mundo. "Se agindo do meu jeito, não consigo os resultados que eu quero, a culpa é do sistema, não minha."

O resto das pessoas reflete e geralmente após algum momento de crise, decide mudar as atitudes. "Talvez com novas atitudes, eu consiga aquela tão desejada promoção (ou qualquer objetivo que seja)."

Será?

Se realmente queremos MUDAR a nós mesmos ou MUDAR um país, uma cidade, uma empresa, escola, família (ou qualquer outra organização), mudar apenas nossas atitudes não é o suficiente...

Precisamos entender e mudar nossas necessidades e crenças para ter atitudes e resultados diferentes.

Saiba por quê e como mudar suas crenças no meu curso online "Mude suas Crenças Limitantes". 

A aula 5 está no ar e fala do quanto nossas crenças afetam nossos resultados e relacionamentos.

11 de fev. de 2017

4 perguntas essenciais para você começar a mudar o rumo da sua vida


# Quem sou eu por trás das máscaras que criei ao longo dos anos?

# Qual é minha missão neste mundo?

# Como posso viver uma vida mais em sintonia com minha missão?

# O que farei `a partir de hoje para ser um Ser Humano melhor?

3 de out. de 2016

De 1944 até os dias atuais

Olha só o que caiu nas minhas mãos hoje (clique na imagem para aumentar o tamanho)...

Por quantas mãos será que ela viajou?


E pensar que há pouco de mais de 70 anos, ainda estávamos envolvidos numa Guerra Mundial...

Nos anos 1940 a imensa maioria dos países do mundo era governada por Ditaduras. 

Não havia TV, nem se sonhava em algo parecido com a internet. Vivíamos de forma desconectada. 

Grande parte da população mundial vivia em áreas rurais. 

Poucos eram alfabetizados. Pouquíssimos tinham a chance de chegar a uma Universidade. 

Gestão de pessoas, desenvolvimento humano, diversidade, flexibilidade, complexidade. Palavras que soariam estranhas a qualquer um que desse um salto de 1944 para os dias atuais...

Tudo fica mais interessante quando colocamos os acontecimentos em um contexto histórico. Ficamos mais serenos, quando paramos para avaliar não só o momento atual, mas principalmente a evolução que nos fez chegar até aqui e para onde irá nos levar...

Quais habilidades te fizeram ser o que você é hoje?

Quais habilidades te levarão até o futuro?

28 de ago. de 2016

Liberdade e Responsabilidade


O discurso de liberdade é muito mais fácil de ser vendido do que o de responsabilidade. Tem muita idealização nesta história de "larguei tudo, viajo o mundo e agora sou feliz".

Acho que é SUPER POSSÍVEL ser um nômade digital. Há vários exemplos de pessoas que conseguiram fazer esta transição de carreira/vida.

Mas na imensa maioria das histórias, a parte do suor e desafios que uma transição como esta requer passa despercebida...

Excelente texto feito pela Taynã, que atua como coach (taynacoaching.com). Um texto para nos manter no caminho dos sonhos, mas com um dos pés no chão :)

P.S.: e, como tenho defendido há alguns anos, a geração Y da periferia é diferente da geração Y da Vila Olímpia. Há diferenças que precisam ser consideradas. 

Gerações diferentes que convivem de forma saudável se complementam, aprendem umas com as outras. A questão não pode ser "uma geração é melhor ou pior do que a outra".


A geração que encontrou o sucesso no pedido de demissão, mas vive angustiada.
August 21, 2016

Taynã Malaspina



Essa semana um post com o titulo “A geração que encontrou o sucesso no pedido de demissão”viralizou nas redes sociais. Muitos amigos meus compartilharam como “o melhor texto dos últimos tempos”. Eu mesma teria publicado assim há algum tempo atrás. O texto é realmente bom e traz excelentes reflexões, mas, na minha opinião, reforça uma visão romântica e estereotipada de uma geração. Quando fiz a pesquisa para construção da dissertação de mestrado e publicação do livro sobre a geração Y, um dos motivos para pesquisar o tema era justamente minha própria inquietação como jovem Y. Realmente encontrei sucesso pedindo demissão de uma empresa multinacional, mas o que vem depois não é exatamente o que o texto traça como cenário.

O perigo é que quando esse tipo de mensagem ganha grande repercussão nas redes vivemos o fenômeno denominado “Espiral do Silêncio” desenvolvido pela cientista alemã Elisabeth Noelle-Neumann. A espiral do silêncio se dá quando um pensamento que inicialmente é consenso para uma minoria ganha amplitude pelos meios de comunicação (mass media) e, por um movimento constante e ascensional, tende a ampliar-se. Neste modelo de opinião pública, a ideia central é que os indivíduos omitem sua opinião quando conflitantes com a opinião dominante devido ao medo do isolamento. Esse é o grande problema das redes sociais, compartilhar textos sem refletir e sem ponderar: repete-se mais do mesmo. Como resultado, criamos “verdades” vazias.

Bom, mas vamos lá, porque acredito que o texto apresenta uma visão romântica. O primeiro ponto é que a visão do texto não retrata a realidade do jovem brasileiro como um todo, e sim de jovens das classes A/B. Quando fiz a dissertação, o meu grupo de contato eram jovens das classes A/B, mas a minha experiência como professora universitária me colocou ao lado de jovens das classes C/D/E. Diferente dos jovens da classes A/B que podem experimentar o mundo, largar tudo e, se não rolar, podem voltar para casa dos pais e vender seu carro. Os jovens de classes C/D/E já vivem com o dinheiro contadinho, não tem carro para vender e não tem uma estrutura familiar para dar apoio financeiro.

Assim, enquanto existe uma jovem, advogada que jogou escritório, carrão e namoro longo pro alto para voltar a ser estudante. Existe também uma jovem que acorda 04 horas da manhã para fazer trufas e assim conseguir aumentar sua renda, vai para seu emprego de jovem aprendiz via transporte público e chega na faculdade exausta para voltar para casa depois das 23:00 e muitas vezes dormir 4 horas por noite. Quais as escolhas disponíveis e nível de liberdade que existem entre esses dois mundos?

É uma visão romântica porque essa liberdade de se tornar “qualquer um” não gera sempre uma tranquilidade, mas sim uma angústia. Com a queda dos referenciais clássicos de sentido (família, trabalho, etc..), o jovem torna-se responsável por construir a sua identidade sozinho num contexto de modernidade que é complexo. Hoje, o jovem tem muita escolha (vale lembrar que o leque de escolhas muda substancialmente de uma classe social para outra), ele pode escolher: entre casar ou seguir a vida de solteiro, entre trabalhar numa multinacional, construir uma startup, prestar concurso, seguir a vida de estudante e por ai vai.

Contudo como Bauman diz em seu retrato da modernidade liquida ou como Barry Schwartz elucida no conceito de “paradoxo da escolha”, ter muitas opções gera paralisia ao invés de liberdade. E além disso, quando o individuo escolhe algo dentro de tantas opções, a satisfação rapidamente é substituída por uma sensação de frustração com o seguinte pensamento: “a outra opção deveria ser melhor, e escolhi errado, então a culpa é minha!” Aliás, o psicólogo Barry Schwartz, acredita que o crescente diagnóstico de depressão está relacionado com as grandes expectativas que os jovens trazem. A mídia traz exemplos de trabalhos fantásticos, de empresas que possuem sala com videogames, benefícios que vão muito além de VR e VT e isso tudo cria um imaginário nos jovens que muitas vezes e "inalcançável". Afinal, quantos escritórios do Google existem no Brasil? Quantos jovens conseguem efetivamente fazer somente o que ama?

O texto é romântico na medida em que diz que tudo bem para o jovem não saber qual é a sua missão. Será que realmente as coisas são assim na prática? Se casar tudo bem, se separar tudo bem? Se decidir não ter filhos tudo bem? Essas são questões complexas e existenciais que lá no fundo nos inquietam. Quem dera que fosse simples assim. Hoje, posso dizer que boa parte dos atendimentos de coaching estão ligados ao processo de busca de sentido e propósito. É muito difícil tocar a vida sem uma missão, um projeto de vida, algo de longo prazo para nos comprometermos. Como dizia Viktor Frankl: a verdade é que o ser humano não vive apenas de bem-estar, é preciso que a vida faça sentido para o sujeito.

O grande perigo da visão geracional é pensarmos de forma dualista com uma geração indo contra a outra. Nesse cenário, parece que temos que escolher sempre entre uma coisa OU outra e perdemos a capacidade de pensar de forma mais integrada. Será que realmente só existe a possibilidade entre ter dinheiro sobrando e tempo faltando OU dinheiro curto e cerveja gelada? Não seria possível ter dinheiro suficiente E tempo adequado E cerveja gelada para comemorar o equilíbrio? Posso afirmar pelo convívio que tenho com jovens que da mesma forma que existem alguns que invejam os amigos loucos que “jogaram diploma e carreira no lixo” existem também aqueles que invejam os que conseguiram construir uma família e ter uma casa própria. Conheço jovens que largaram tudo para viajar e se realizaram, mas também conheço aqueles que voltaram para o Brasil e passaram dificuldades para se estabelecer novamente.

Maslow já sabia disso quando fez sua pirâmide da hierarquia das necessidades humanas. O individuo precisa de liberdade para a sua auto-realização, mas também precisa de segurança por meio de um conforto físico, estabilidade no emprego, boa remuneração e plano de saúde. O ponto é descobrirmos o nosso equilíbrio entre a base e o topo da pirâmide. Afinal, como diz Cortella, equilíbrio significa ser capaz de ir aos extremos sem se perder neles.

O maior aprendizado está em absorvermos o que há de melhor em cada geração para evoluirmos e não lutarmos com o objetivo de mostrar que nossa versão é melhor que a anterior. Vale a pena aprendermos com o conceito de família ensinado pelos nossos avós, mas obviamente saber que hoje novos formatos são possíveis. Vale a pena aprendermos com a dedicação e comprometimento ao trabalho dos nossos pais, porém saber que a vida também não é só trabalho.

A questão central é não comprarmos uma estilo de vida geracional, mas sim refletirmos quais são nossos valores e criarmos algo individual. Somos únicos e irrepetíveis para seguir um modelo de vida geracional. Apesar de ser da geração Y e escrever um livro sobre ela, procuro não me rotular como parte dela. Talvez, porque hoje consegui olhar isso tudo de forma mais ampla. Encontrei sucesso pedindo demissão de uma multinacional em 2009 para seguir um caminho que fizesse sentido para mim. Contudo, aprendi que para construir algo com sentido muitas vezes tive que aguentar e não pedir demissão, tive que trabalhar mais do que gostaria, entender que trabalho tem prazer mas também tem muita coisa chata. E isso aprendi com a geração dos meus pais.

Aprendi que o que importa não é ser feliz, mas sim encontrar sentido. Aprendi que o segredo na busca por sentido é não focarmos apenas num trabalho com sentido, mas numa vida com sentido e isso envolve outras esferas como amigos, família e espiritualidade. E isso aprendi com a geração dos meus avós. Então, sou um pouco disso tudo. Da mesma forma que atuar num trabalho com sentido é minha meta, também me preocupo em minha filha ter um bom plano de saúde e boa escola (que não necessariamente tem que ser a melhor, mas uma coerente com os meus valores e isso geralmente tem um preço). Da mesma forma que adoro curtir um boteco com os meus amigos, também amo um churrasco no domingo ao lado da minha família. São anseios de gerações distintas, será mesmo?

Enfim, o homem é livre e pode decidir sua forma de ser, independente de geração. Precisamos olhar o contexto atual de forma realista e não idealizada. Caso contrário, viveremos uma ilusão. O que não podemos esquecer é que liberdade gera responsabilidade. A minha impressão é que essa geração comprou bem a ideia de que é a geração da liberdade, mas ainda não entendeu a segunda parte disso tudo. Liberdade gera responsabilidade. Se não acordarem, será uma geração de jovens livres, mas sem saber o que fazer com essa liberdade. E isso gera angústia. Um pedido de demissão pode ser um primeiro passo para a construção de um projeto de vida, contudo também pode ser um primeiro passo para um período de angústia e de sensação de não estar construindo nada. Tudo depende da responsabilidade envolvida no processo. Será que lá no fundo, na nossa essência, o que realmente importa é somente ser feliz?

29 de jul. de 2016

Como mudar uma organização?

Se queremos mudar uma organização, precisamos começar pela mudança nas ações e nos resultados.

Errado.

Nossos resultados são reflexos das ações realizadas. E estas dependem das crenças e das experiências que já possuímos.

Quer promover uma mudança efetiva?

>> Mude as crenças

>> Promova novas experiências, novos aprendizados

>> Mude as ações, faça de maneira diferente

Um grande erro dos gestores e das organizações quando se trata de mudança: ignorar que pessoas são feitas de crenças e experiências prévias. Uma mudança que começa pelos resultados e ações geralmente leva aos mesmos resultados e ações.

Para uma mudança efetiva precisamos mudar as crenças e a cultura da organização. Leva muito mais tempo, demanda muito mais energia. Geralmente um trabalho de longo prazo e por isso as organizações tem tanta dificuldade em implementar mudanças reais. A mentalidade de curto prazo ainda prevalece na maioria das organizações.


27 de dez. de 2015

Ciclos de sucesso e fracasso


Mais ensinamentos do Livro “O Poder do Agora”, sobre os ciclos de sucesso e fracasso durante a vida.

“There are cycles of success, when things come to you and thrive, and cycles of failure, when they wither or disintegrate and you have to let them go in order to make room for new things to arise, or for transformation to happen. If you cling and resist at that point, it means you are refusing to go with the flow of life, and you will suffer.

It is not true that the up cycle is good and the down cycle bad, except in the mind’s judgment. Growth is usually considered positive, but nothing can grow forever. If growth, of whatever kind, were to go on and on, it would eventually become monstrous and destructive. Dissolution is needed for new growth to happen. One cannot exist without the other.

The down cycle is absolutely essential for spiritual realization. You must have failed deeply on some level or experienced some deep loss or pain to be drawn to the spiritual dimension. Or perhaps your very success became empty and meaningless and so turned out to be failure. Failure lies concealed in every success, and success in every failure. In this world, which is to say on the level of form, everybody “fails” sooner or later, of course, and every achievement eventually comes to naught. All forms are impermanent…

…A Buddhist monk once told me: “All I have learned in the twenty years that I have been a monk I can sum up in one sentence: All that arises passes away. This I know.” What he meant, of course, was this: I have learned to offer no resistance to what is; I have learned to allow the present moment to be and to accept the impermanent nature of all things and conditions. Thus have I found peace.”


O Poder do Agora, páginas 186-187

14 de nov. de 2015

O problema não é o sistema, é o indivíduo


É muito fácil culpar o sistema.

“O governo é o problema”.

“A empresa é atrasada, burocrática, não inova em nada”.

“Este país não vai para frente”.

Por mais óbvio que seja, esquecemos que governos, empresas, qualquer organização é feita de pessoas.

Sistemas são apenas o reflexo do indivíduo.

Se o sistema é corrupto, é por que os indivíduos são corruptos. Isso é uma realidade em qualquer lugar do mundo mas parece que nós brasileiros temos uma dificuldade ainda maior em aceitar.

Pegue por exemplo o sistema político brasileiro. É claro que há problemas, ineficiências, distorções...

Mas, imagine comigo o seguinte cenário: vamos manter o sistema político do Brasil absolutamente igual. Mesmos partidos, mesmo sistema de financiamento, mesmo sistema de voto, tudo igual.

Se conseguíssemos mudar apenas uma coisa, chamada acabar com a corrupção, quanto nosso país poderia melhorar?

Pense em todas as escolas que seriam construídas ou reconstruídas com o dinheiro roubado.

Pense em quanto poderíamos aumentar o salário dos professores com o dinheiro roubado.

E o que dizer do investimento em inovação? Que tal investir 1000x mais do que fazemos atualmente, só com uma parte do dinheiro roubado?

Só quando cada vez mais pessoas estiverem em um novo estado de consciência, no qual levar vantagem, praticar qualquer ato de corrupção, seja inaceitável é que uma mudança maior irá ocorrer.

A mudança começa dentro de cada um de nós.

Isso vale para a corrupção no Brasil.

Vale para os atos terroristas ao redor do mundo.


#prayforparis

24 de mai. de 2015

Em que nível está sua organização e equipe?


Já faz alguns anos que utilizo o SlideShare. Gosto muito do conceito de compartilhar apresentações em Power Point, esta ferramenta que se tornou indispensável para nosso dia a dia.

Criei o Pessoas e Talentos em 2009, quase na mesma época em que postei meus primeiros slides no Slide Share. Atualmente tenho 15 arquivos compartilhados. Você pode acessar todos diretamente aqui.

90% dos acessos às minhas apresentações em PPT estão em 2 arquivos. O primeiro é um modelo para Projetos Sociais, com quase 200 mil visualizações. O outro é um modelo de Plano de Ação.


Meus temas de interesse nos últimos anos tem sido a Felicidade, a Gestão de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano. Publiquei bastante coisa neste sentido na própria plataforma do Slide Share, mas isso ainda continua sendo apenas 10% do meu total de acessos.

Vejo que as organizações atuais (sejam governamentais, privadas ou ONGs) possuem enormes necessidades de discutir e praticar novas formas de Gestão de Pessoas, novos modelos de Liderança, formas de trabalho que tragam a alegria para dentro da empresa e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional de volta.

No entanto, como meu pequeno conteúdo online parece demonstrar há também uma necessidade ainda maior pelo "feijão com arroz" da gestão, algo que antecede estes temas mais profundos. Algo mais necessário num primeiro momento, como a gestão de projetos e a criação de planos de ação efetivos.

Em que pé está sua organização e equipe?

Como "elevar a barra" e criar um agenda interna para olhar os temas que serão (ou já são) o desafio da próxima década?

2 de nov. de 2014

Reveja seus e-mails antigos


Outro dia, meio que por acaso, fiz uma tarefa simples que se revelou um exercício interessante de autoconhecimento e reflexão.

Há cerca de 2 anos tinha feito a migração dos meus e-mails do Yahoo para o Gmail. Na época, coloquei tudo numa pasta só. Eram mais de 2 mil e-mails dos últimos 10 anos.

Aguçado pela minha mania de organização, comecei a rever os e-mails e direcioná-los para as pastas corretas. Isso me obrigou a ler muitos deles...

Foi um exercício incrível e que recomendo a todos!

Rever os e-mails de 2014 a 2004 me disse muito sobre o quanto eu mudei. Algumas perguntas que me fiz e que podem te ajudar no seu exercício:

# Os interesses de vida ainda são os mesmos? Se mudaram, por quê?

# E os amigos, quais chegaram e quais se foram? Quais amizades quero retomar?

# Que sonhos deixei para trás e quero retomar?

# Em que eu mudei? Tenho orgulho do que me tornei?

7 de jun. de 2014

Como fazer as pessoas serem melhores do que elas acreditam que podem ser?

Esta é uma questão essencial na gestão de pessoas.

Um bom líder (não necessariamente um chefe...) cria as condições (ninguém muda ninguém) para que as pessoas façam o seu melhor.

Uma das maiores barreiras para extrair nosso melhor são as crenças (individuais e coletivas). Uma das mais comuns é a crença de que as pessoas não mudam.

Mas as pesquisas recentes mostram que não é bem assim...AS PESSOAS MUDAM E MUITO, ao longo da vida.

Neste TED o psicólogo Dan Gilbert demonstra que a mudança é algo natural e constante ao longo da vida.

O que você tem feito para mudar sua visão sobre as pessoas ao seu redor?

Seus preconceitos e crenças estão impedindo você de ver algo?


4 de mar. de 2014

Sociedade Civil 2023


Os protestos de Junho/13 chamaram a atenção de muita gente. Parece que a máxima "o povo brasileiro é pacífico e não se mobiliza para nada" está ficando para trás.

Estamos entrando numa nova Era Democrática. Desde 1985 completamos nosso maior período Democrático na história do Brasil.

Enquanto que há 25 anos a demanda era pelo voto direto para presidente, hoje há demandas cada vez maiores por serviços públicos de qualidade. Não queremos apenas um país com um grande PIB. Belos indicadores econômicos também precisam se traduzir em educação, saúde e segurança de primeiro mundo.

Acredito que a Democracia é um sistema vivo que evolui e adquire novos níveis de consciência (veja também a Teoria dos Níveis de Consciência de Ken Wilber) a depender dos atores sociais envolvidos (ONG's, Governos, Partidos Políticos, Cidadãos, Empresas).

Qual o papel da Sociedade Civil nesta evolução da Democracia?

A Reos Partners, uma consultoria especializada em desafios complexos, está facilitando a construção de cenários que projetam como estará a Sociedade Civil Brasileira em 2023. Um exercício fundamental para nos tornarmos agentes de transformação do Brasil, ao invés de apenas sermos atingidos pelos fatos.


7 de fev. de 2014

The Square (A Praça Tahrir)


The Square é um documentário indicado ao Oscar 2014 na sua categoria e que analisa a primavera árabe no Egito sob o ponto de vista dos manifestantes da praça Tahrir, o local onde a revolução popular começou.

Numa escala de 0 a 10, eu daria nota 11 a este filme. As câmeras conseguem captar tudo: o sentimento do povo, as visões distintas de católicos e muçulmanos, a violência empregada pelo exército e a esperança de que o país possa se tornar uma Democracia.

O filme acompanha os altos e baixos de pessoas comuns na sua luta diária por um governo democrático e eleito pelo povo. Algumas lições são claras:

-> O caminho para a Democracia é longo e tortuoso mas o povo do Egito está cada vez mais comprometido a percorrê-lo

-> Interessante notar a semelhança entre a primavera árabe e os protestos contra a Copa e por melhores serviços públicos no Brasil: ambos movimentos são liderados por jovens e com base nas mídias sociais e internet... Em diferentes níveis, a demanda por mais Democracia, Transparência, Ética na Política e Justiça Social é a mesma em diversas partes do mundo. Uma nova consciência está emergindo na sociedade civil urbana e globalizada. Caso os governos não entendam estas novas demandas, os protestos só irão aumentar



The Square está disponível para usuários do Netflix, outro movimento inovador que merece um post à parte.

21 de dez. de 2012

O que você quer transformar em você?


21/12/2012

O mundo não acabou. Apenas de renovou com o fim do calendário Maia de 5.125 anos.

Um novo ciclo começa. Hora de renovar, transformar, mudar.

Recebi esta mensagem de Peter Senge, autor do best seller A Quinta Disciplina.

Independente da sua crença, acredito que a reflexão sobre estas questões e a prática desta meditação é válida para todos nós (não somente nos dias 21 e 22 de Dezembro, mas sempre).

Obs.: deixo a mensagem em inglês para evitar erros na tradução e interpretação.



Last week a small group gathered in the Mayan forest in the Yucatan to explore what the ending of the 5,125-year "long count” on December 21 might mean to us. We came from diverse contexts: education, medicine, governance, science, conservation, spirituality and business. We were connected by our commitment to contribute to the evolution of our own consciousness and the transformation of key institutions that shape our society.
We came knowing that December 21 and 22, 2012 represent not only the end of one cycle but the beginning of a new one - a "chance for humans to start again,” as one of us expressed it while in the Yucatan.
There is a Mayan myth, retold on many monuments in sacred Mayan sites, about day 1 of the just-ending long count cycle. Nine wisdom holders gathered, "had a cup of chocolate and a conversation”, and reflected on how to reestablish harmony after such a long period of chaos. In this conversation they identified seeds they wanted to plant for the new cycle.
We are sending this message to a small group of friends around the world, each of who is connected to networks of collaboration in their work. We are inviting each of you to consider the sacredness of this moment. On December 21st, starting at the international dateline in the central Pacific, people around the world will hold for 72 hours a space of love, respect and appreciation. Each in their own way, people will reflect on this new cycle through prayer, in silent contemplation and meditation, in dialogue, sitting and walking in nature, through ceremony and ritual.
During our time together in the Yucatan, we posed several questions upon which to reflect. We would like to share a few of them with you, to also reflect on in the coming days.
  • What am I committed to transforming in myself?
  • What seeds do I, and we, want to plant and cultivate for the well being of people and all life on earth?
  • What is the story that will be told in 100 years about what was transformed in this new beginning?
We offer a second invitation: to see the sacred places all around us as hubs of amplification for the collective practice of holding planetary well being. The invitation is to go to a place that is sacred for you and to visualize planet earth and all living beings as an integrated living entity. This is no political agenda for a new world order. Rather, this practice builds on what many older cultures have known for a very long time and brings it into this moment: to connect and integrate with the field of higher vibration that is created naturally when enough of us concentrate our intentions, prayers, meditations, chanting, rituals, and visualizations on the well being of the whole. It is a time to feel fully integrated with oneself, the group that you may be with, and the larger wholes of which we are a part, including the human community and all our fellow travelers on this small microcosm of life in the universe. 
We invite you to visualize and strengthen our radiating light as the Aura of the planet. The potential of this collective practice is to create an internal experience that can free up blockages, individually and collectively, and liberate the life force and universal energy within.
Take this time to awaken the awareness of our capacity to regain the states of balance, harmony and integration, moment by moment, and the awareness that we have the capacity and the tools to transform, the ability to shift:
  • From fragmentation to integration
  • From aggression to kindness
  • From being absent to being present
  • From tension to relaxation
  • From doubt to clarity
  • From denial to commitment
On December 21-22, we will take a "pause” in our habitual activities for two days in support of the conditions for living that we would like to see, feel and manifest, as we start the first day of this new era. Please consider yourself invited, together with others in your personal networks, to join in this intention setting in whatever form feels best and most natural for you.
SPECIFICALLY, we invite you all to stop and tune in four times a day both on December 21 and 22, wherever you are:
  • At sunrise
  • At Solstice time (Yucatan) 11:11 GMT
  • At sun set
  • In the evening 
Peter Senge,
(on behalf of the attendees of Yucatan gathering)

29 de set. de 2012

Encontrando Paz na Incerteza


Gosto muito do Zen Habits. É um dos melhores blogs que conheço.

De vez em quando encontro pérolas por lá como esta.

O autor fala sobre um tema, um desafio para todo Ser Humano adulto: como conviver com as incertezas da vida e encontrar a paz.


Finding Peace with Uncertainty

Post written by Leo Babauta.


Fear of an uncertain future: it can stop us from doing great things, and it can keep us holding onto things that are hurting us.

For example: you might be holding onto clutter for reasons of comfort and security, even if the clutter gives you anxiety and costs a lot of money.

And: you might be staying in a job you don’t like, because you’re afraid of taking the plunge, because you’re afraid of failing.

And again: you might not travel to a country that feels very unfamiliar because you don’t know what will happen — and miss out on an amazing life-changing experience.

This is just the start of how fear of an uncertain future affects our lives.

A reader recently asked “how to be at peace with uncertainty, how to let go of fear of the future.” It’s a great question, because we all deal with this fear. All of us.

What’s Going On Here

Where does this fear of uncertainty and the future come from? It might seem like a silly question, but if you think about it, there’s nothing inherently scary about the future, even if you don’t know what’s going to happen. It’s not more likely to be painful or disastrous than the present already is — it just seems that way.

Think about it: the odds of you getting into a car accident is not greater tomorrow than it is today. The odds of anything bad happening are not greater next week than they were this week. The odds of something great happening are also just as great next month as they were this month.

So why is it scary? Why is not knowing so scary? If you roll a dice and don’t know what it will be, is that scary? No, it’s not the “not knowing” that’s the problem … it’s the possibility that what comes up on that dice will bring us pain, suffering, loss.

And this imagined pain isn’t physical pain (most of the time we’re not fearing physical injury) … it’s the pain of loss and change. We are comfortable in this cocoon we’ve built up around ourselves — these routines and possessions and people we know and places that are familiar and safe. Losing this comforting environment, and going into a place where we’re vulnerable and might fail, might not be good enough, is painful and scary.

We grasp, clinging to this comfortable idea of how things should be, and of course it will change, and we will feel the pain of that change.

The change itself isn’t the problem — it’s fighting the change, fearing the change, not wanting things to be different.

How to Get Good at Uncertainty

And so we see that the answer is becoming good at change. If we are good at dealing with new things, with things as they come no matter how different they are, then we don’t fear it. Then change itself becomes comfortable.

If we become comfortable with change, it’s not scary. We can then embrace it, find joy in it. You can see this in people who we call “adventurous” — they seek new experiences, because they know they’ll be fine, and that it can be amazing. (Note that this is different than the “adventure-seeker” types who have turned excitement into their form of comfort — when the excitement is taken away, then they feel the pain and loss of this change.)

So how do we get good at change? Some suggestions that are working for me (I’m still learning):

Try something new, but small and safe. New things can be scary because we’re afraid we’re going to fall on our faces. But if it’s something small — learning to juggle beanbags in our living room, learning to balance on a rope that’s close to the ground, listening to a language-learning podcast, for example — it’s not as scary. There’s no real risk of getting hurt. And the more we do this, in small, non-scary steps, the more confidence we’ll gain that new things are not painful.

When you mess up, don’t see it as painful failure. When you’re doing new things, there will be times when you make mistakes, mess up, “fail”. But these words are associated with negative things, like pain … instead, start to look at mistakes and “messing up” as something positive — it’s the only way to learn. Messing up is a way to get better at something, to grow, to get stronger.

See the wonder and opportunity in change. Change might mean leaving a comfort zone, and losing something (or someone) you love, but there’s much more: it’s the bringing of something new and amazing, a new opportunity to explore and learn and meet new people and reinvent yourself. When change happens, look for the wonder in it, the new doors that have opened.

Ask “what’s the worst-case scenario”? If you’re exposing yourself, getting out of your comfortable environment, leaving behind security … it can be scary, but when you think about what is the worst thing that is likely to happen, usually it’s not that bad. If you lost all your possessions today in a disaster, how bad would that be? How would you cope? What opportunities would there be? What new things could you invent from this blank slate?

Develop a change toolset. Learn how to cope with changes, no matter what they are. Have a fall-back plan if things collapse. Have friends and family you can call on. Develop some skills where you can get a job or start a new business no matter what happens with your current job or the economy. Learn ways of making friends with strangers, finding your way around a strange city, surviving on little. With a toolset like this, you can feel confident that you can handle just about anything that comes.

Become aware of your clinging. Watch yourself clinging to something when you feel fear and pain. What are you clinging to? Often it’s just an idea — the idea of you and a romantic partner, an image of who you are. 
Become aware of what’s going on. 

See the downsides of clinging. Once you see your clinging more clearly, see the pain that results from it. If you’re clinging to your stuff, see the space it takes up, and the extra rent that costs you … see the mental energy it takes to live with all the stuff, the money you’ve spent on it, the lack of space you have to live. Anything you cling to has a downside — we only see the good side of it, and so we want to cling to it.

Experience the joy in the unknown. When something new happens, when you don’t know — we often see this as bad. But can we re-frame it so that it’s something joyful? Not knowing means we are free — the possibilities are limitless. We can invent a new path, a new identity, a new existence. This can be joyful.

Flowing With the Unknown

When I moved with my wife and six kids to San Francisco in 2010, it was a scary thing for us. Eva and the kids were especially scared, because we were leaving behind everything comfortable and going to a place where we had much less of a safety net, and didn’t know anything. It was scary for me, because I was responsible for these young lives, and had no idea if I could make it.

And yet, I also saw the joy in this new venture, and tried to frame it to Eva and the kids as an adventure. With this spirit, we embraced this scary unknown. We didn’t know where we’d live, or how we’d get around, or what beds we’d sleep on. And yet, we survived — we found a place to live, and explored this new city, and found our way around. We took the changes as they came, and flowed with the new landscape of life that we discovered upon arrival.

This has been a recurring theme for me: I constantly dive into unknown waters:

That’s just the start of it, but as I’ve learned to embrace change, to become confident in my abilities to survive no matter what comes, I no longer fear it (as much). As a result, I am able to take on new challenges, create new things that I would have been afraid of creating just a few years ago.

I’ve learned that when you’re in the unknown, you don’t know what might come … and so you have to flow with this change. This flexibility is one of the most important tools you can develop. When the unknown future throws something unexpected your way, you deal with it without fear, without anguish, without anger. You respond instead of reacting, with balance and calmness, and the joy of knowing that all will be fine, and in the process you will have experienced something new and beautiful.

My friend Jonathan Fields wrote the book on this topic:Uncertainty: Turning Fear & Doubt into Fuel for Brilliance. Read it!

25 de set. de 2012

Mudar ou apenas mais do mesmo



Há cerca de 250 anos, a Revolução Industrial mudou o Mundo.

As fábricas passaram a ser o motor propulsor da economia mundial. Surgiram novas relações de trabalho e migrações em massa de trabalhadores do campo para as cidades. O sistema estava mudando. Começava a Era do Capitalismo Industrial.

Há 80 anos, Henry Ford criou a linha de produção e mudou a indústria automobilística e o Mundo. A produção em massa se tornou possível e hoje em dia todas as empresas deste setor e de outros setores da economia utilizam seus conceitos de produção.

Em 1998 o Google foi fundado e está mudando o Mundo...

Qual será o próximo grande movimento que irá mudar o Mundo dos negócios?

Web 3.0, Negócios Sociais, os Mercados Emergentes?

Obviamente eu não tenho todas as respostas, mas acredito que este é um exemplo de como a pergunta pode valer mais do que a resposta.

Qual será o próximo movimento que irá mudar o Mundo dos negócios?

Sua empresa está ajudando a construir este novo Mundo ou apenas replicando o que estes 250 anos de Revolução Industrial construíram?

Estas questões devem estar no centro das discussões do Planejamento Estratégico da sua organização.

Afinal, você quer fazer mais do mesmo ou ajudar a construir algo novo, que revolucione e melhore o Mundo?

17 de fev. de 2012

Lições do mercado musical

Hoje me deparei com este ótimo texto do marketeiro, inovador e doido Seth Godin.


Você está preparado para uma mudança radical na sua empresa?


O que irá fazer se amanhã 80% do seu modelo de negócios mudar?

Algumas lições que podemos aprender com o mercado musical, que enfrentou uma virada radical nos últimos anos.



I wrote this four years ago, worth a revisit:

MUSIC LESSONS

Things you can learn from the music business (as it falls apart)

The first rule is so important, it’s rule 0:

0. The new thing is never as good as the old thing, at least right now.
Soon, the new thing will be better than the old thing will be. But if you wait until then, it’s going to be too late. Feel free to wax nostalgic about the old thing, but don’t fool yourself into believing it’s going to be here forever. It won’t.

1. Past performance is no guarantee of future success
Every single industry changes and, eventually, fades. Just because you made money doing something a certain way yesterday, there’s no reason to believe you’ll succeed at it tomorrow.

The music business had a spectacular run alongside the baby boomers. Starting with the Beatles and Dylan, they just kept minting money. The co-incidence of expanding purchasing power of teens along with the birth of rock, the invention of the transistor and changing social mores meant a long, long growth curve.

As a result, the music business built huge systems. They created top-heavy organizations, dedicated superstores, a loss-leader touring industry, extraordinarily high profit margins, MTV and more. It was a well-greased system, but the key question: why did it deserve to last forever?

It didn’t. Yours doesn’t either.


2. Copy protection in a digital age is a pipe dream
If the product you make becomes digital, expect that the product you make will be copied.

There’s a paradox in the music business that is mirrored in many industries: you want ubiquity, not obscurity, yet digital distribution devalues your core product.

Remember, the music business is the one that got in trouble for bribing disk jockeys to play their music on the radio. They are the ones that spent millions to make (free) videos for MTV. And yet once the transmission became digital, they understood that there’s not a lot of reason to buy a digital version (via a cumbersome expensive process) when the digital version is free (and easier).

Most items of value derive that value from scarcity. Digital changes that, and you can derive value from ubiquity now.

The solution isn’t to somehow try to become obscure, to get your song off the (digital) radio. The solution is to change your business.

You used to sell plastic and vinyl. Now, you can sell interactivity and souvenirs.


3. Interactivity can’t be copied
Products that are digital and also include interaction thrive on centralization and do better and better as the market grows in size (consider Facebook or Basecamp).

Music is social. Music is current and everchanging. And most of all, music requires musicians. The winners in the music business of tomorrow are individuals and organizations that create communities, connect people, spread ideas and act as the hub of the wheel… indispensable and well-compensated.


4. Permission is the asset of the future
For generations, businesses had no idea who their end users were. No ability to reach through the record store and figure out who was buying that Rolling Stones album, no way to know who bought this book or that vase.

Today, of course, permission is an asset to be earned. The ability (not the right, but the privilege) of delivering anticipated, personal and relevant messages to people who want to get them. For ten years, the music business has been steadfastly avoiding this opportunity.

It’s interesting though, because many musicians have NOT been avoiding it. Many musicians have understood that all they need to make a (very good) living is to have 10,000 fans. 10,000 people who look forward to the next record, who are willing to trek out to the next concert. Add 7 fans a day and you’re done in 5 years. Set for life. A life making music for your fans, not finding fans for your music.

The opportunity of digital distribution is this:

When you can distribute something digitally, for free, it will spread (if it’s good). If it spreads, you can use it as a vehicle to allow people to come back to you and register, to sign up, to give you permission to interact and to keep them in the loop.

Many authors (I’m on that list) have managed to build an entire career around this idea. So have management consultants and yes, insurance salespeople. Not by viewing the spread of digital artifacts as an inconvenient tactic, but as the core of their new businesses.


5. A frightened consumer is not a happy consumer.
I shouldn’t have to say this, but here goes: suing people is like going to war. If you’re going to go to war with tens of thousands of your customers every year, don’t be surprised if they start treating you like the enemy.


6. This is a big one: The best time to change your business model is while you still have momentum.
It’s not so easy for an unknown artist to start from scratch and build a career self-publishing. Not so easy for her to find fans, one at a time, and build an audience. Very, very easy for a record label or a top artist to do so. So, the time to jump was yesterday. Too late. Okay, how about today?

The sooner you do it, the more assets and momentum you have to put to work.


7. Remember the Bob Dylan rule: it’s not just a record, it’s a movement.
Bob and his handlers have a long track record of finding movements. Anti-war movements, sure, but also rock movies, the Grateful Dead, SACDs, Christian rock and Apple fanboys. What Bob has done (and I think he’s done it sincerely, not as a calculated maneuver) is seek out groups that want to be connected and he works to become the connecting the point.

By being open to choices of format, to points of view, to moments in time, Bob Dylan never said, “I make vinyl records that cost money to listen to.” He understands at some level that music is often the soundtrack for something else.

I think the same thing can be true for chefs and churches and charities and politicians and makers of medical devices. People pay a premium for a story, every time.


8. Don’t panic when the new business model isn’t as ‘clean’ as the old one
It’s not easy to give up the idea of manufacturing CDs with a 90% gross margin and switching to a blended model of concerts and souvenirs, of communities and greeting cards and special events and what feels like gimmicks. I know.

Get over it. It’s the only option if you want to stay in this business. You’re just not going to sell a lot of CDs in five years, are you?

If there’s a business here, first few in will find it, the rest lose everything.


9. Read the writing on the wall.
Hey, guys, I’m not in the music business and even I’ve been writing about this for years. I even started a record label five years ago to make the point. Industries don’t die by surprise. It’s not like you didn’t know it was coming. It’s not like you didn’t know who to call (or hire).

This isn’t about having a great idea (it almost never is). The great ideas are out there, for free, on your neighborhood blog. Nope, this is about taking initiative and making things happen.

The last person to leave the current record business won’t be the smartest and he won’t be the most successful, either. Getting out first and staking out the new territory almost always pays off.


10. Don’t abandon the Long Tail
Everyone in the hit business thinks they understand the secret: just make hits. After all, if you do the math, it shows that if you just made hits, you’d be in fat city.

Of course, the harder you try to just make hits, the less likely you are to make any hits at all. Movies, records, books… the blockbusters always seem to be surprises. Surprise hit cookbooks, even.

Instead, in an age when it’s cheaper than ever to design something, to make something, to bring something to market, the smart strategy is to have a dumb strategy. Keep your costs low and go with your instincts, even when everyone says you’re wrong. Do a great job, not a perfect one. Bring things to market, the right market, and let them find their audience.

Stick to the knitting has never been more wrong. Instead, find products your customers want. Don’t underestimate them. They’re more catholic in their tastes than you give them credit for.


11. Understand the power of digital
Try to imagine something like this happening ten years ago: An eleven-year-old kid wakes up on a Saturday morning, gets his allowance, then, standing in his pajamas, buys a Bon Jovi song for a buck.

Compare this to hassling for a ride, driving to the mall, finding the album in question, finding the $14 to pay for it and then driving home.

You may believe that your business doesn’t lend itself to digital transactions. Many do. If you’ve got a business that doesn’t thrive on digital, it might not grow as fast as you like… Maybe you need to find a business that does thrive on digital.


12. Celebrity is underrated
The music business has always created celebrities. And each celebrity has profited for decades from that fame. Frank Sinatra is dead and he’s still profiting. Elvis is still alive and he’s certainly still profiting.

The music business has done a poor job of leveraging that celebrity and catching the value it creates. Many businesses now have the power to create their own micro-celebrities. These individuals capture attention and generate trust, two critical elements in growing profits.


13. Value is created when you go from many to few, and vice versa
The music business has thousands of labels and tens of thousands of copyright holders. It’s a mess.

And there’s just one iTunes music store. Consolidation pays.

At the same time, there are other industries where there are just a few major players and the way to profit is to create splinters and niches.


14. Whenever possible, sell subscriptions
Few businesses can successfully sell subscriptions (magazines being the very best example), but when you can, the whole world changes. HBO, for example, is able to spend its money making shows for its viewers rather than working to find viewers for every show.

The biggest opportunity for the music business is to combine permission with subscription. The possibilities are endless. And I know it’s hard to believe, but the good old days are yet to happen.


Article by seth godin

Seth Godin is the founder of The Domino Project and has written twelve books that have been translated into more than thirty languages. Every one has been a bestseller. He writes about the post-industrial revolution, the way ideas spread, marketing, quitting, leadership and most of all, changing everything.

3 de nov. de 2011

Vivemos numa Era extraordinária


Nestes dias em que chegamos a 7 bilhões de humanos neste pequeno planeta azul, tive a curiosidade de relembrar o que aprendi nas aulas de Biologia do colégio sobre a evolução humana. Fui buscar mais sobre o assunto no Wikipédia.

Os números são incríveis. 

Estima-se que a Terra tenha surgido há 4,5 bilhões de anos e a vida 1 bilhão de anos depois.

O Homem surgiu há cerca de 2,4 milhões de anos atrás, na África e foi evoluindo até ao aparecimento do Homo Sapiens ("Homem Sábio", nós!), há 200 mil anos.

Para um Planeta que tem mais de 4 bilhões de anos de história, 200 mil não é absolutamente nada.

Os humanos chegaram na festa agora e já querem mudar tudo...Será que temos este direito?

Outro aspecto que me chamou a atenção foi perceber que já existiu ao menos 6 outras espécies humanas além do Homo Sapiens. Todas foram extintas. Possíveis causas: falta de adaptação as mudanças ambientais e menor inteligência do que o H. Sapiens.

Está claro também que a evolução humana não para por aqui. O que poderá acontecer nos próximos 200 mil anos? Novas espécies humanas vão surgir? Com quais características e qualidades?

Analisando estes números, fica claro que vivemos numa Era extraordinária. 

Demoramos mais de 190 mil anos para aprender a escrever (a escrita teria surgido na Mesopotâmia há 5 mil anos atrás) e hoje, qualquer um escreve o que quiser na web.

A criação de conhecimento nunca foi tão acelerada. Pela primeira vez na história, qualquer um dos 7 bilhões de pessoas neste planeta tem a possibilidade de se comunicar com milhões de pessoas através das redes sociais.

Todas estas possibilidades estão à nossa disposição para deixarmos um legado. Algo maior do que nós mesmos, algo que contribua para continuar contando esta história de 4,5 bilhões de anos.

14 de jul. de 2011

Tente algo novo por 30 dias

Acordar, tomar café da manhã, enfrentar 1 hora e pouco de trânsito, ir para o escritório, passar 9, 10 ou talvez mais horas por lá, voltar para mais trânsito e finalmente chegar em casa cansado, para ter um pouco te tempo em frente à TV ou computador...

O que fazer para sair da rotina que mata nossa motivação a cada dia?

Que tal tentar fazer algo novo por 30 dias?



E você, quais serão as suas metas para os próximos 30 dias?

15 de mai. de 2011

Aprender com as Crises



Todos sofremos crises: indivíduos, empresas, governos, sociedades.

A tendência natural da Sociedade Moderna em que vivemos, marcada fortemente pelo Consumismo (a religião do século XXI, segundo alguns pensadores) é evitar ao máximo as crises e seus períodos de sofrimento, mesmo que seja necessário recorrer a soluções paliativas (antidepressivos para pessoas que de fato não precisam, populismo no caso de governos ou cortes excessivos no caso de empresas).

É muito natural ouvir de governantes e líderes corporativos discursos em prol do crescimento. O PIB de uma nação precisa crescer sempre, bem como as vendas de uma empresa.

Mas como?

É possível crescer sem crises?

O que virá depois de 10 anos ininterruptos de crescimento? Mais crescimento?

Se olharmos para a natureza, a lição é outra. Não há crescimento eterno.

Há ciclos de crescimento, expansão, crise, morte, para enfim haver um novo crescimento.

Alguns pensadores (Fritjof Capra, Margareth Wheatley, Peter Senge) já há alguns anos tem defendido a ideia de que todo indivíduo e organização humana estruturada para determinado fim (leia-se basicamente: governos, empresas e terceiro setor) precisam se espelhar neste tipo de pensamento sistêmico e cíclico para gerenciar seu negócio.

Resumindo: crescer sempre que possível e enfrentar as crises de peito aberto, procurando ao máximo aprender com elas, para que o próximo ciclo de crescimento traga novas experiências, em um nível de excelência superior ao ciclo anterior.

Dessa forma, a organização ou o indivíduo pode entrar em uma verdadeira espiral de desenvolvimento, que o levará a viver o máximo de seu potencial a cada dia de sua existência.

Livro indicado: Liderança e a Nova Ciência - Margareth Weatlhey, Ed. Cultrix.

1 de abr. de 2011

Poder e Amor

A leitura deste texto me despertou (ou relembrou) para o fato de que as mudanças no Mundo começam com pequenas mudanças dentro de nós...
Quais são as alavancas para despertar o equilíbrio entre Poder e Amor em uma determinada organização?
Estamos trabalhando para despertar este novo potencial que todos possuímos ou nos mantemos na rotina de criticar a tudo e a todos?

O ‘milagre do nós’ e a nova história que podemos (e devemos) escrever
por Paulo Monteiro
www.nosdacomunicacao.com

Há um pouco mais de um mês visitei a UPP da comunidade carioca Babilônia, acompanhado de amigos e do consultor especialista em transformação social, Adam Kahane, que vinha ao Rio para facilitar uma atividade promovida por alguns colegas e eu, cujo tema era a transformação da nossa cidade.
Quando chegamos à entrada da comunidade, minha primeira surpresa foi ver dois policiais que se aproximavam, muito educados, perguntando a quem procurávamos. Nos levaram até a Associação de Moradores e nos acompanharam durante todo o ‘tour’ promovido pelos líderes locais.
O que vimos (e apreciamos) nesse passeio foi uma comunidade que resgatou sua identidade.  Impressionou-nos ver as mulheres que limpavam o centro educativo com tanta alegria e empenho, preparando o local para o reinicio do período escolar. Passamos pela nova praça de convivência, com um campo de futebol novo e com amplas áreas de lazer; visitamos a biblioteca, o centro de informática, e nos deliciamos ouvindo os policiais contando orgulhosos que passaram a ser mediadores sociais que buscam a melhor convivência possível entre os moradores em um espaço agora pacífico.
Quando conversávamos com o vice presidente da Associação de Moradores, Adam lhe perguntou por que havia demorado tanto para que todas aquelas mudanças acontecessem. Nosso interlocutor respondeu que, apesar de haver varias causas e de não existir uma resposta simples, sem dúvida uma das razões era a falta de vontade de alguns grupos de poder. Essa resposta, que não era inédita para nós, propiciou-nos uma intensa conversa no carro durante nossa volta. Explorávamos em nosso diálogo a força da transformação de uma coletividade mobilizada por uma causa e sustentada pela união de diversos agentes de poder.
Adam publicou recentemente um livro chamado ‘Poder e Amor’, no qual expõe a importância do equilíbrio entre essas duas forças, para que transformações positivas possam ocorrer no âmbito social. O livro explica que há duas dimensões do Poder e do Amor. O saudável Poder, sua dimensão positiva, é o ‘poder para’, ou seja, a ação que empodera as pessoas, que permite a realização individual e coletiva, uma ação sublime que leva o ser humano a realizar sua potencialidade e ser tudo o que pode ser. O chamado ‘downside’ do Poder é o ‘poder sobre’, o exercício de uma força arbitraria que busca o beneficio de poucos, privando a muitos de chegarem ao seu desenvolvimento e realização.
Por outro lado, o Amor saudável é aquele que une o que estava separado, é o impulso que nos fortalece como indivíduos e grupos, buscando o que é comum, trazendo a energia da convergência que transcende e inclui as diferenças; é o milagre que realiza a união de ‘eus’ autônomos em um corpo único, o campo surpreendente de um ‘nós’ coeso. Já o ‘downside’ do Amor é o impulso por uma conexão superficial, que busca manter o status quo e ‘ficar bem com todos’ evitando o conflito e, muitas vezes, ignorando o saudável Poder. Muitas vezes esse amor é dogmático e sentimental, e acaba impedindo a autêntica realização de indivíduos e coletividades.
Ao entrar em contato com essa reflexão vi com muita clareza o que vem acontecendo historicamente em nosso país nas mais diversas esferas, sejam estas famílias, escolas, comunidades, cidades etc. Nos falta praticar o equilíbrio entre o Poder e Amor para transformar-nos no que podemos e estamos chamados a ser.
As comunidades periféricas do Rio de Janeiro foram, por anos, vítimas de um poder paralelo que as privou da dignidade de ter uma identidade e propósito. Como se isso não bastasse, membros do chamado ‘poder oficial’ se aproveitavam politicamente dessa situação para perpetuarem-se em seus cargos, mantendo o problema igual ou agravando-o, com uma ação que só beneficiava a uma minoria poderosa.
Em contrapartida, quando prevalece o ‘poder para’ - a ação que busca impulsionar a realização de indivíduos e coletividades - surge uma energia vital de desenvolvimento, de colaboração mutua, de busca do melhor para cada um e para todos. O saudável Poder gera o saudável Amor e ambos os eixos caminham juntos em uma espiral positiva, trazendo uma realidade mais humana e justa para todo o sistema.
Quando essa espiral se desdobra, vemos o milagre de um ‘renascimento’, que foi o que aconteceu no Babilônia e em tantas outras comunidades: a epifania de uma coletividade que tem uma voz e que quer ser ouvida a partir de sua nova realidade. Por isso, há alguns meses, os membros dessa comunidade se reuniram e a rebatizaram como ‘Alto Leme’, uma parte de um famoso bairro do Rio de Janeiro, sepultando de vez a antiga identidade de ser um ‘anexo indesejável’.
O equilíbrio entre Poder e Amor leva a coletividade a compreender de forma prática e experimental que sua vocação e futuro não dependem de uma ‘força externa’, seja esta uma instituição ou um grupo de pessoas ‘poderosas’. A transformação é vista como algo intrínseco ao grupo e como tarefa de cada indivíduo e de todos, que conectados podem operar milagres jamais pensados.  Acabamos de ver esse ‘milagre’ no Egito, e presenciamos tantos outros ao longo da história da humanidade. Quando um grupo de pessoas entende visceralmente qual a sua missão e vocação, percebendo seu Poder para a realização de toda sua potencialidade, esse passa a ser o espaço fundamental de transformação que, incluindo o autêntico Amor, provocará novas (e maravilhosas) realidades, até então impensáveis.
Estamos em um momento muito propício da história de nosso país. Depois de tempos em que sopraram vozes retóricas e populistas, surge uma era que naturalmente evoca o saudável Poder a partir das pessoas e comunidades. Temos que aproveitar o momentum que a história nos preparou, e dizer sim à missão de reinventar nossos contextos, sejam estes nossas famílias, empresas, comunidades etc.
O Brasil será outro se entendermos que a verdadeira transformação deve emergir dos indivíduos e coletividades, mesmo que as esferas oficiais de poder não estejam comprometidas com esse salto evolutivo. Um dia essas minorias que exercem o ‘poder sobre’ se verão obrigadas a unir-se à historia que todos decidirão escrever juntos.
A partir da nossa decisão de comprometer-nos com essa nova forma de dialogar e agir, que é a expressão concreta do equilíbrio entre Poder e Amor, construiremos uma nova realidade, um novo País que poderá enfim experimentar os benefícios de realizar-se e evoluir a partir da ação consciente de uma sociedade que terá optado pela doce aventura da autodeterminação. 

PAULO MONTEIRO

Paulo Monteiro é mestre em Comunicação e Educação pela Pontifícia Universidad Católica de Chile e pela Universidad Autônoma de Barcelona, bacharel em Filosofia pelo Ateneo Regina Apostolorum de Roma, em sua filial de Nova York – EUA e formado em Comunicação Social pela PUC -Rio. Atua como consultor em Desenvolvimento Humano e Organizacional com foco em áreas como Counseling/Coaching, Carreira, Liderança, Comunicação, Cultura, Desenvolvimento Organizacional e de Equipes. Twitter @pmonteiro88