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25 de mar. de 2017

Quais crenças te ajudam a explorar ao máximo seu potencial e quais te limitam?


Entender como nossas crenças são formadas e como resignificá-las é fundamental para viver a melhor expressão de nós.

Até que ponto suas crenças são baseadas em fatos?

Quais crenças te ajudam a explorar ao máximo seu potencial e quais crenças te limitam?

Este é um tema fascinante e que será abordado em meu próximo curso online. Fique ligado aqui no site para mais notícias!

Segue um exercício extraído do excelente livro "Liminal Thinking", que trata deste assunto. Clique aqui para um comentário sobre o livro.

Exercício

Pense sobre algo na sua vida que você enxerga como problemático, mas que você imagina que não irá mudar. Considere a conexão entre como você vê este problema e como você vê a si próprio. E se você se enxergar de outra maneira?

Se você fosse o tipo de pessoa que pudesse mudar esta situação, como você seria? Como agiria?

28 de fev. de 2017

Nossas crenças se transformam em pensamentos



Quer começar a mudar suas crenças limitantes?

Clique aqui para um comentário sobre um livro que irá te ajudar nesta jornada.

28 de jan. de 2017

Mais um pensador que você precisa conhecer

Esta semana falo sobre o autor do bestseller "O Poder do Agora", definitivamente um pensador que você precisa conhecer.


15 de jan. de 2017

Está na hora de rever suas crenças limitantes



Este post utiliza como base teórica o livro "Liminal Thinking", um dos melhores que li nos últimos anos. Acesse aqui para um comentário mais detalhado sobre este livro.

O livro nos guia numa jornada para desafiar nossas crenças sobre quem somos e sobre como é o mundo ao nosso redor. Quem já fez terapia (principalmente terapia cognitiva) irá se identificar muito com esta publicação.

Ao longo da nossa vida vamos cristalizando algumas crenças que limitam nosso potencial individual e coletivo.

"Não terei sucesso na minha carreira"

"O Brasil nunca dará certo"


Eis dois exemplos de crenças limitantes. A primeira no nível individual e a segunda no nível coletivo.

Como o autor Dave Gray demonstra no livro "Liminal Thinking", há uma grande chance de que muitas das nossas crenças estejam erradas. Isso por que as crenças são formadas a partir de nossas experiências com a realidade e das teorias e julgamentos que fazemos sobre estas experiências.

Assim, a crença "não terei sucesso na minha carreira", pode ter surgido a partir de uma experiência pontual, por exemplo a pessoa foi demitida de seu primeiro emprego após trabalhar na empresa por apenas 6 meses.

Depois disso, a pessoa cria uma teoria para explicar por que foi demitido. Exemplo: "o mundo corporativo é político. Não são os melhores que sobrevivem. São os mais políticos. Como eu não sei fazer política, não terei sucesso em minha carreira."

Assim, a crença "não terei sucesso em minha carreira" está formada.

Uma vez consolidada, a tendência é que a pessoa utilize fatos pontuais que acontecerem no futuro para reforçar a crença. Assim, sempre que a pessoa tiver insucesso em novas tentativas profissionais, há o reforço: "tá vendo, nesta empresa é só política! Você não leva jeito para uma carreira corporativa!".

Não significa que todas as nossas crenças estão erradas...Mas não custa nada de tempos em tempos desafiar e revê-las. No caso desta história em particular, rever a crença pode fazer com a pessoa:

a. Entenda que nem todas as empresas são políticas. Há empresas em que o mais importante é a performance;

b. Desenvolva habilidades para ser mais política em algumas situações pontuais.


Transformar crenças limitantes em crenças em crenças saudáveis nos permite enxergar um novo mundo de oportunidades e a continuar a trilhar o caminho do desenvolvimento (individual e coletivo).

1 de jan. de 2017

Esvazie sua xícara

Prometi que irei publicar alguns dos exercícios do livro "Liminal Thinking", um dos melhores que li nos últimos 5 anos.

O sub-título do livro é "crie a mudança que você quer mudando a forma como você pensa." E para fazer isso, precisamos rever nossos preconceitos, julgamentos, ideias fixas sobre o mundo e sobre as pessoas. Por mais que algumas destas ideias sejam construtivas, temos também muitas ideias limitantes sobre nós e sobre tudo o que nos cerca. Crenças que nos impedem de ser o nosso melhor e de enxergar o melhor nos outros ou de entender plenamente por que os outros agem de certa forma.

Para acessar meu comentário sobre o livro, clique aqui.

Este exercício se chama "esvazie sua xícara", por causa desta história:

"Certa vez um professor foi visitar um mestre para aprender sobre Zen Budismo. O mestre colocou chá até que a xícara do professor estivesse cheia e depois continuou colocando mais chá. O professor assistiu a cena até que não conseguiu se conter.

'A xícara está cheia!' disse o professor. 'Não cabe mais chá!'

'Como esta xícara', disse o mestre, 'sua mente está cheia de ideias e opiniões. Como posso te ensinar o Zen a menos que você primeiro esvazie sua xícara?'"



Exercício "Esvazie sua xícara"

Passe um tempo com alguém e tente escutá-lo (a) como se você estivesse escutando pela primeira vez. Esvazie sua xícara de todas as teorias e julgamentos que você tem sobre aquela pessoa. Deixei seu ego completamente de fora desta conversação. Escute apenas com um objetivo: escutar. Veja o que acontece.

30 de dez. de 2016

27 de jun. de 2016

Coragem

Um palavra para definir o jornalista italiano Roberto Saviano: coragem.

Ele teve a coragem de escrever sobre a máfia italiana. Seu livro Gomorra se tornou um best-seller mundial.

Nesta entrevista ele compartilha sua jornada.

Que o mundo seja feito de mais pessoas como Saviano.

9 de jun. de 2016

Uma das teorias mais bacanas que já conheci

Chama-se Spiral Dynamics. Você vai encontrar muita coisa a respeito na internet.

Aprendi num curso do grande Ari Raynsford que fiz com um amigo há alguns anos atrás.

O Ari é talvez o maior especialista do Brasil em Ken Wilber, o renomado pensador norte-americano que desenvolveu a Teoria Integral.

A teoria Spiral Dynamics foi disseminada por Ken Wilber em seus livros mas criada pelos estudiosos Edward Beck e Clare Graves nos anos 1970.

A essência da teoria demonstra que há pessoas com diferentes níveis de consciência vivendo no mundo. Cada nível corresponde a atitudes, crenças e valores específicos.

As pessoas podem evoluir e passar de um nível a outro?

Sim!

Além disso, todos os níveis co-existem atualmente no mundo, nas empresas, escolas, famílias, na política...

Veja a seguir um resumo do que cada nível representa.

Este é um tema fascinante. Impossível descrever a complexidade da teoria em um só post.

Recomendo que você comece sua busca pela web e pelo excelente livro "Uma Teoria de Tudo", de Ken Wilber.


11 de mai. de 2016

Quais são seus valores?


"One way to grasp your own values is to ask yourself: what do I think of as a good life, in the fullest sense of that term?

What kind of life do I truly admire, and what kind of life do I hope to be able to look back on? To be more specific, write a list of things to accomplish by the time you die. What steps are needed to make them happen?"

Livro "How to Change the World", John-Paul Flintoff
The School of Life

2 de abr. de 2016

Essencialismo


"Fazer menos e melhor".

Este é um dos motes do ótimo livro Essencialismo.

O livro traz vários insights importantes para nossa Era de excessos e correria por toda parte.

O excesso de informação já não é algo tão novo. Mas somado ao excesso de meios de comunicação (e-mails, What's App, sms, telefone, reuniões presenciais e etc), a vida de muita gente tem se tornado um inferno.

O autor de Essencialismo demonstra numa linguagem simples como escolher as prioridades da sua vida profissional e pessoal e deixar o excesso de fora.

Um bom livro para ter sempre por perto.

Obs.: gostei bastante também das frases que iniciam os capítulos. Você poderá conferir aqui e aqui.

3 de jan. de 2016

3 Dicas para curtir suas férias!


Por que mais do que ficar na rede, você também vai querer pensar na vida...

3 perguntas

1 filme

1 livro

Dicas para curtir suas férias :)

27 de dez. de 2015

Ciclos de sucesso e fracasso


Mais ensinamentos do Livro “O Poder do Agora”, sobre os ciclos de sucesso e fracasso durante a vida.

“There are cycles of success, when things come to you and thrive, and cycles of failure, when they wither or disintegrate and you have to let them go in order to make room for new things to arise, or for transformation to happen. If you cling and resist at that point, it means you are refusing to go with the flow of life, and you will suffer.

It is not true that the up cycle is good and the down cycle bad, except in the mind’s judgment. Growth is usually considered positive, but nothing can grow forever. If growth, of whatever kind, were to go on and on, it would eventually become monstrous and destructive. Dissolution is needed for new growth to happen. One cannot exist without the other.

The down cycle is absolutely essential for spiritual realization. You must have failed deeply on some level or experienced some deep loss or pain to be drawn to the spiritual dimension. Or perhaps your very success became empty and meaningless and so turned out to be failure. Failure lies concealed in every success, and success in every failure. In this world, which is to say on the level of form, everybody “fails” sooner or later, of course, and every achievement eventually comes to naught. All forms are impermanent…

…A Buddhist monk once told me: “All I have learned in the twenty years that I have been a monk I can sum up in one sentence: All that arises passes away. This I know.” What he meant, of course, was this: I have learned to offer no resistance to what is; I have learned to allow the present moment to be and to accept the impermanent nature of all things and conditions. Thus have I found peace.”


O Poder do Agora, páginas 186-187

20 de set. de 2015

Um exercício para despertar o seu melhor

No meio da correria da vida moderna é muito fácil se perder...Vejo muitas pessoas trabalhando sem alma, sem brilho nos olhos, sem um mínimo de paixão (não digo nem amor) por seu trabalho.

Mesmo para quem se perdeu, é sempre tempo de se reencontrar. Aqui vai um exercício para se reconectar com as habilidades e características do trabalho que te fizeram se entregar 150%*!

Exercício "A Pergunta dos 150%"

Pense num trabalho ou projeto em que você esteve envolvido e que fez aflorar 150% da sua energia - um período no qual se sentia totalmente empenhado no trabalho, achando que estava fazendo o melhor possível e satisfeito ao executar o trabalho que estava fazendo. O que fez com que os 150% viessem à tona?

Algumas perguntas, que o ajudarão na sua análise, estão listadas abaixo:
  • Como essa experiência estava relacionada com seus valores/entusiasmo?
  • Por que os resultados do trabalho eram importantes para você e a equipe?
  • Que tipo de tarefa você executava?
  • O que caracterizava o relacionamento interpessoal e a dinâmica de grupo?

Algumas maneiras de usar a pergunta dos 150%

  • Mantenha essa pergunta em mente durante algumas semanas, identificando momentos-chave nos quais você foi capaz de estar totalmente envolvido no trabalho. Depois, tente determinar como poderá incluir mais alguns desses fatores em seu trabalho e emprego atuais.
  • Utilize a pergunta com uma equipe. Partilhem suas respostas. Depois, identifique temas comuns ao grupo. Discuta como a equipe poderá incorporar mais daqueles fatores de 150% em seu trabalho atual.
* do livro "O despertar da alma da empresa"

13 de set. de 2015

Exercite sua presença lavando pratos


O pequeno mas profundo livro "Para Viver em Paz" do monge tibetano Thich Nhât Hanh tem verdadeiras preciosidades, como esta técnica de presença.

Pratique :)


2 de ago. de 2015

A Beleza de uma Flor


"Many people are so imprisoned in their minds that the beauty of nature does not really exist for them. They might say, "What a pretty flower", but that's just a mechanical mental labeling. Because they are not still, not present, they don't trully see the flower, don't feel its essence, its holiness - just as they don't know themselves, don't feel their own essence, their own holiness."

do livro O Poder do Agora


E você, quando foi a última vez que se conectou verdadeiramente com a beleza da natureza?

27 de jun. de 2015

O jeito Harvard de ser feliz


Este é o típico livro para você levar com você nas viagens, nos passeios ao parque, para deixar do lado da cabeceira da cama, enfim, para estar sempre por perto.

Um livro prático, cheio de insights e práticas em como podemos ser mais felizes e espalhar a felicidade ao nosso redor. Eu já tinha compartilhado uma provocação vinda deste livro aqui.

O professor de Harvard Shawn Achor defende 7 princípios para aumentar nossa felicidade. Como nos melhores livros de Psicologia Positiva, tudo comprovado através de experimentos científicos, muitos dos quais o próprio Shawn criou.

Qual a essência que ficou para mim?

>> Nossa mente tem uma elasticidade enorme e se soubermos treiná-la para enxergar mais o lado bom da vida, nossa felicidade aumenta desproporcionalmente

>> Cultivar nossa rede de apoio (amigos, família) é essencial para a felicidade

>> A felicidade (bem como a tristeza e outros sentimentos) é contagiosa. Mude a si próprio e estará ajudando a mudar o mundo

4 de jun. de 2015

Por que os otimistas conseguem melhores resultados?


 Otimismo e resiliência caminham juntos.

Sempre lembrando que alguém otimista pode muito bem ser crítico e lutar para mudar seu ambiente (social, profissional, familiar, etc).

Será que você tem a dose certa de otimismo na sua equipe?

"A maioria dos profissionais enfrenta empecilhos no dia a dia, mas a vida de um vendedor é, quase por definição, repleta de fracasso e rejeição. Em muitas áreas, apenas um em cada dez contatos leva a uma venda, o que significa que esses vendedores enfrentam rejeições 90% das vezes. Isso pode ser bastante desanimador depois de um tempo, o que ajuda a explicar por que a rotatividade de vendedores de seguros de vida costuma ser tão alta. No final dos anos 1980, a rotatividade aumentou tanto na MetLife que metade dos novos vendedores desistia no primeiro ano e apenas um de cada cinco permanecia na empresa até o quarto ano. No total a empresa estava perdendo mais de 75 milhões de dólares por ano, só com custos de contratação.

Foi quando a MetLife procurou Martin Seligman (saiba mais sobre ele no meu curso de Felicidade e Bem Estar), que já tinha deixado de estudar o desamparo aprendido em cães e estava então utilizando os resultados destes estudos para explorar como as pessoas se recuperam de todos os tipos de adversidade. Seligman notou que, apesar de a maioria dos participantes das pequisas de fato começar a se sentir angustiada e impotente depois de enfrentar um contratempo depois do outro, uma minoria parecia imune. Não importava qual dificuldade eram forçados a encarar, eles sempre se recuperavam imediatamente. Ele logo descobriu que todos tinham em comum um estilo positivo de interpretar a adversidade ou o que os pesquisadores chamaram de um 'estilo explanatório' otimista.

Dessa forma, quando Seligman foi contratado para ajudar a solucionar os problemas que os vendedores de seguro de vida estavam tendo na MetLife, um dos primeiros fatores que ele analisou foi o estilo explanatório deles. E, de fato, os testes revelaram que os vendedores com estilos mais otimistas vendiam 37% mais seguros do que os pessimistas. Além disso, os vendedores otimistas apresentavam metade da probabilidade de pedir demissão em relação aos pessimistas.

Essa era a resposta que a MetLife estava procurando. Eles decidiram contratar uma força especial de vendedores selecionados exclusivamente com base no estilo explanatório. E a estratégia se mostrou rentável. No ano seguinte, esses vendedores venderam 21% mais que seus colegas pessimistas; no segundo ano, a diferença foi de 57%."

Trecho do livro O JEITO HARVARD DE SER FELIZ

19 de abr. de 2015

O poder das nossas crenças


Você já parou para pensar o quanto suas crenças podem te limitar ou te impulsionar?

Nossas crenças sobre aspectos de nós e da vida tem um poder maior do que muito imaginam. Observe o seguinte experimento*:

Um grupo de camareiras de 7 diferentes hotéis nos Estados Unidos foi informado quantas calorias gastavam por dia ao realizar suas atividades cotidianas (limpar as camas, passar aspirador de pó nos carpetes, trocar a roupa de banho, etc).

Um outro grupo de camareiras destes mesmos hotéis também participou do experimento, mas nada foi dito a este grupo. 

Ao final do experimento, várias semanas mais tarde, foi avaliado o peso e nível de colesterol nos dois grupos. O resultado mostrou que as camareiras do primeiro grupo tiveram uma redução significativa no nível de peso e colesterol!

As camareiras que passaram a pensar sobre seu trabalho também como um exercício físico tiveram um impacto positivo em sua saúde.

Pessoalmente não defendo a onda do pensamento positivo em si. Mas quando o pensamento positivo é combinado com a atitude certa, muita coisa boa pode acontecer...

No curso online de Psicologia Positiva que apresento você verá outras aplicações desta nova ciência na área da saúde.

* retirado do livro "O jeito Harvard de ser feliz", página 81.