Mostrando postagens com marcador Comunicação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comunicação. Mostrar todas as postagens

1 de jan. de 2017

Esvazie sua xícara

Prometi que irei publicar alguns dos exercícios do livro "Liminal Thinking", um dos melhores que li nos últimos 5 anos.

O sub-título do livro é "crie a mudança que você quer mudando a forma como você pensa." E para fazer isso, precisamos rever nossos preconceitos, julgamentos, ideias fixas sobre o mundo e sobre as pessoas. Por mais que algumas destas ideias sejam construtivas, temos também muitas ideias limitantes sobre nós e sobre tudo o que nos cerca. Crenças que nos impedem de ser o nosso melhor e de enxergar o melhor nos outros ou de entender plenamente por que os outros agem de certa forma.

Para acessar meu comentário sobre o livro, clique aqui.

Este exercício se chama "esvazie sua xícara", por causa desta história:

"Certa vez um professor foi visitar um mestre para aprender sobre Zen Budismo. O mestre colocou chá até que a xícara do professor estivesse cheia e depois continuou colocando mais chá. O professor assistiu a cena até que não conseguiu se conter.

'A xícara está cheia!' disse o professor. 'Não cabe mais chá!'

'Como esta xícara', disse o mestre, 'sua mente está cheia de ideias e opiniões. Como posso te ensinar o Zen a menos que você primeiro esvazie sua xícara?'"



Exercício "Esvazie sua xícara"

Passe um tempo com alguém e tente escutá-lo (a) como se você estivesse escutando pela primeira vez. Esvazie sua xícara de todas as teorias e julgamentos que você tem sobre aquela pessoa. Deixei seu ego completamente de fora desta conversação. Escute apenas com um objetivo: escutar. Veja o que acontece.

6 de jul. de 2016

Precisamos de mais interesse genuíno


Todos temos uma luz interior.

Você pode chamar sua luz de Deus, vontade, motivação, talento.

Chame do que quiser.

O nome é o que menos importa.

O essencial é preservar sua luz, entender que ela é infinita e pode ser aprimorada sempre.

E acima de tudo, coloque sua luz à serviço de um mundo melhor. 

Se trabalhar com atendimento ao cliente, utilize sua luz para fazer um atendimento diferenciado.

Se trabalhar no back-office, saiba que sua produtividade e a qualidade daquilo que você faz impacta a vida de centenas, milhares, até milhões de pessoas na outra ponta.

Seja empregado ou empregador. Aposentado ou jovem ainda fora do mercado. Todos temos uma luz interior. Descubra a sua e a coloque serviço do mundo.

Há algumas pessoas por aí que se esqueceram disso. Deixaram sua luz se apagar. Perderam o interesse pelo outro.

Quantas vezes você foi numa loja e notou que o atendente não estava nem aí contigo?

Comigo isso acontece quase todo dia.

O mundo está precisando e muito de interesse genuíno.

Seja uma luz em tudo o que você faz, qualquer que seja sua atividade ou profissão.

E lembrem-se que nossa missão também é lembrar aos outros que eles possuem uma luz interior.

Já imaginou como será o mundo no dia em que todos colocarem seus talentos à serviço de um mundo melhor?

7 de mai. de 2016

Um debate de ideias

Em tempos de Fla-Flu na política brasileira, precisamos reconhecer quando alguém propõe um debate de ideias.

Um simples debate de ideias, que ajude a construir caminhos e soluções para o futuro do Brasil.

Afinal, por mais que possamos simpatizar com uma ou outra corrente política, nenhum partido, nenhuma ideologia é dono da verdade absoluta. 

O Brasil só tem a ganhar com mais Democracia, mais diálogo, mais pontes entre os opostos.

Parabéns à Folha pela organização deste debate.


14 de dez. de 2015

2 filmes para você ser mais otimista

Nos dias atuais é fácil ser fisgado pelo negativismo da mídia e achar que tudo está ruim em nossa cidade, no Brasil, no mundo.

Afinal, a impressão que temos é a de que "nunca antes na história deste país" houve tanta corrupção, tanto individualismo, tanto materialismo, tanto terrorismo e por aí vai...

Eu sou otimista. Tenho meus altos e baixos, mas sou otimista. 

Há alguns anos atrás fui dar aulas de História num cursinho pré-vestibular comunitário. História sempre foi uma das minhas matérias favoritas e tive que estudar bastante para preparar as aulas. Lembro que fiquei com uma clara impressão de que a humanidade evoluiu e muito. O Brasil não foge à regra. Há 100 anos atrás éramos um país rural, atrasadíssimo.

Claro que há muitos problemas hoje em dia. E nossa missão é realmente trabalhar para fazer do Brasil e do mundo um lugar melhor. Temos que nos mobilizar perante às injustiças e agir para que todas as esferas da sociedade melhorem.

Mas não podemos nunca perder de vista o momento extraordinário em que estamos vivendo. Uma era de inúmeras possibilidades. Um período de grande evolução da consciência, para fazer um paralelo com meu post anterior, sobre a evolução da consciência descrita pelo filósofo norte-americano Ken Wilber.

Você ainda está em dúvida se melhoramos?

Te indico 2 filmes sensacionais. Ambos contam histórias verdadeiras. 


O primeiro se passa nos Estados Unidos em 1925. Um professor de uma pequena cidade foi acusado de violar a lei por ensinar a Teoria da Evolução de Darwin a seus alunos. O julgamento obteve repercussão nacional. O advogado que o acusava era um político que chegou a concorrer à presidência dos EUA por 3 vezes...

Inherit the Wind foi lançado no Brasil como "O vento será tua herança" e está disponível no Netflix.


O segundo é uma história mais conhecida, que envolve o líder negro Martin Luther King. O filme trata da marcha realizada em 1965 que partiu da cidade de Selma, no interior dos Estados Unidos, em prol do direito de voto aos negros.

Ótimos filmes para assistir, debater em grupos e refletir sobre a evolução da humanidade no último século :)

20 de out. de 2015

A mídia precisa se reinventar


Tenho diminuído meus acessos a websites de notícias. Sabem qual a sensação?

Não sinto falta de nada.

A mídia precisa se reinventar. E com urgência!

A pauta atual é 80-90% de notícias ruins, tragédias, corrupção, brigas, ego, ego e mais ego...

Todos sabemos que o Brasil passa por uma crise econômica e política. Mas a mídia (e grande parte da população) parece se esquecer que:


1. Toda crise traz grandes OPORTUNIDADES

Oportunidade para surgir uma nova forma de fazer política, com novos partidos, mais ética, transparência, novos nomes na política, mais pressão da sociedade civil organizada.

Oportunidade para novos negócios, startups revolucionárias que irão criar mais empregos.

Oportunidade para consumirmos menos e sermos mais conscientes em relação ao impacto ambiental do consumo.

Oportunidade para rever ideias, conceitos, formas de viver.


2. Tem muita coisa BOA sendo feita e que simplesmente não é notícia para a mídia

Pense em quantos professores fazem a diferença nas escolas públicas e privadas deste país todos os dias? Por que eles não contam suas histórias de sucesso? Por quê não há espaço na mídia para isso?

Pense nos novos negócios que jovens universitários ou empreendedores de qualquer idade criaram só nestes últimos 3 meses...Somos um país de 200 milhões de pessoas! Tem muita gente por aí fazendo a diferença! Por quê não há espaço na mídia para isso?

Pense em quantos médicos, advogados, assistentes sociais, executivos, pais, mães, avós, tem histórias de sabedoria e amor para compartilhar? Por quê não há espaço na mídia para isso?


A midia (aqueles canais de TV, jornais, revistas e sites que você acessa todo dia) precisa se reinventar.

E sim, tudo isso pode (e deve) ser feito por uma mídia independente e sem qualquer tipo de intervenção do governo.

Já há alguns bons exemplos a serem seguidos...

Visite: asboasnovas.com

2 de set. de 2015

O discurso de um verdadeiro líder

Muito se fala sobre liderança hoje em dia. As prateleiras das livrarias estão cheias de livros de auto-ajuda no estilo "torne-se um líder em 10 passos".

Vivemos um momento de crise no Brasil e no mundo. E um momento em que faltam líderes verdadeiros, íntegros, com interesse genuíno pelo próximo. Talvez por isso que liderança é um tema tão discutido. Falamos muito em liderança, pois nossa sociedade carece de líderes.

Todos podem se tornam um líder. À partir do momento em que qualquer pessoa descobre seus talentos e utiliza estes talentos a serviço de um mundo melhor, temos um novo líder.

Qualquer crise também é sinônimo de oportunidade. Este difícil momento para o Brasil e o mundo traz uma grande oportunidade para despertar o líder que há em cada um de nós.

É nos momentos difíceis em que surgem os líderes visionários, que conseguem enxergar por detrás da névoa de ganância, dos egos e das lutas de classes, para enxergar o caminho que leva à paz e esperança.



Este discurso foi feito por Robert Kennedy no dia do assassinato de Martin Luther King. Um discurso histórico, que diz muito sobre um líder visionário. Uma visão que vale muito para os dias atuais.


17 de jul. de 2015

E-mail, WhatsApp, SMS e o que mais para enlouquecermos de vez?


Quando eu era criança me contaram que o Chaves e sua turma tinham morrido num acidente de avião.

Como naquela época (final dos anos 1980) não existia internet e a enciclopédia Barsa da minha mãe não dizia nada sobre o Chaves, fiquei anos pensando que ele tinha morrido.

Só fui descobrir que a história do avião era uma "lenda urbana" quando surgiu a internet. Este meio de comunicação maravilhoso mudou para sempre nossas vidas. Agora estamos há alguns cliques do "Dr. Google" para nos ensinar sobre doenças, do Wikipedia para entender a história de países e pessoas e muito mais!

Com a internet veio o e-mail e a rotina de ler e enviar mensagens todos os dias.

Com os smartphones, além do tempo que gastamos com e-mails, começaram a surgir as mensagens de texto, WhatsApp, mensagens no Face, Twitter ou até na caixa postal do Linkedin.

Tudo muito bacana. Conseguimos saber de tudo em minutos, falar com todo mundo a hora que quisermos, estar sempre conectados!

Uma maravilha!

Mas nem tanto...

Quando é que vai sobrar tempo para nos desconectarmos?

Tempo para viver a vida verdadeira, off-line...

Estamos gastando cada vez mais tempo respondendo mensagens que, na sua imensa maioria, não criam nada de novo, não agregam valor!

O mais maluco é que as pessoas começam a achar que temos a obrigação de responder tudo na hora!

Impossível viver assim.

Temos que fazer escolhas, priorizar os assuntos mais importantes e saber utilizar os canais de comunicação mais adequados na hora certa e com a finalidade certa...

Vamos começar a mudar esta história já?

# Desafio 1: pare de acessar e-mails de trabalho nos finais de semana

# Desafio 2: priorize os grupos que você participa no Face, What's App e outras ferramentas. Decida sair de grupos que não agregam para sua vida e só te fazem perder tempo

20 de jun. de 2015

Quando foi a última vez que você...


...perguntou mais do que falou?

...escutou ativamente ao invés de pensar no que falaria em seguida?

...permitiu um momento de silêncio antes de falar?

...criou um espaço de reflexão no grupo antes de seguir para o próximo tópico?

...foi autêntico?

...prestou a atenção na sua respiração?

...olhou para o belo céu daquele dia de Sol?

#PerguntasEssenciais

12 de fev. de 2015

E a imagem de 2014 é...

A foto vencedora é de Mads Nissen e mostra o casal gay Jon e Alex. 
Ambos são russos e vivem num país que cada vez mais tem limitado a escolha sexual das pessoas.

Todos os anos a World Press Photo (WPP) elege as melhores fotos por categoria. Em suas próprias palavras, a missão da WPP é: "existimos para inspirar o entendimento do mundo através do fotojornalismo de qualidade".

Aqui você poderá navegar pelos vencedores por categoria. Há outras belíssimas fotos, como esta, que nos remete ao que tem se tornado o momento do almoço: fast food, fast information e solidão.


10 de jan. de 2015

Frases de uma conversa significativa


Quantas conversas e reuniões você tem por dia? Imagino que muitas.

E destas, quantas são realmente significativas? Quantas tocam seu coração e preenchem seus sonhos?

Infelizmente conversas significativas são raras neste mundo onde a única coisa que parece importar é a velocidade.

Esta semana tive uma conversa significativa com um amigo. Algumas frases do diálogo:

"Podemos culpar todo mundo por nosso sofrimento mas no final o verdadeiro culpado somos nós."

"A paz interior duradoura talvez nunca ocorra. A vida é este constante processo de busca pela paz interior."

"A solução dos nossos problemas parece estar sempre fora. Mudamos nossa vida e as frustrações continuam. Esquecemos que a verdadeira mudança começa dentro de nós."


> Seja um agente de mudança neste ano! Crie conversas significativas com as pessoas ao seu redor!

21 de dez. de 2014

Semana 5: interesse genuíno pelas pessoas

Faltam apenas 2 semanas para o final do ano e com isso nossa série 6 práticas vai chegando ao fim.

# Semana 5: interesse genuíno pelas pessoas #

No jogo corporativo do dia a dia ainda há muitas pessoas aprisionadas ao ego. Geralmente são indivíduos que só conseguem dar valor a seus próprios interesses. De certa forma, usam os outros para atingir seus objetivos. Não há interesse verdadeiro nas necessidades e opiniões do outro.

Somente os verdadeiros líderes tem interesse genuíno pelos outros. Uma qualidade difícil de ser encontrada hoje em dia mas que certamente todos nós podemos ter. Aqui vão algumas práticas:

>  Pratique ao menos 10 minutos de meditação por dia. Em um ambiente silencioso, preste atenção apenas à sua respiração. Pensamentos virão mas não se apegue a eles. Volte a se concentrar na sua respiração (este é um dos exercícios para te "colocar no eixo" e diminuir seu foco de atenção no ego, nos problemas do cotidiano)

> Escute mais e fale menos durante as conversas. Escute com empatia

> Aprenda com os outros. Identifique uma qualidade da pessoa ao seu redor e peça para ele (a) te ensinar a fazer

> Peça feedbacks sobre você e seu trabalho

> Dê feedbacks construtivos e que realmente irão ajudar o próximo

> Torne suas reuniões mais participativas. Deixe os outros falarem e leve em consideração suas opiniões

> Ajude alguém que teve menos oportunidades na vida do que você. Esta é uma das formas de ajudar

23 de nov. de 2014

6 práticas para começar o próximo ano em outro patamar

Mudança é uma palavra que se aplica a muita coisa hoje em dia: a gestão nas organizações precisa de mudanças, estilos de liderança precisam de mudança, a política no Brasil e no mundo precisa de mudanças urgentes.

Como Gandhi e outros líderes nos ensinaram, a verdadeira mudança começa dentro de nós e por isso estou dando início a esta série de 6 práticas para você começar o próximo ano em um novo patamar de consciência, felicidade e realização.

Faltam 6 semanas para 2014 acabar. A cada semana teremos uma prática.


# Semana 1: escutar com atenção plena #

> Esteja 100% presente nas conversas

> Deixe o celular, laptop e outras distrações de lado

> Olhe nos olhos das pessoas enquanto estiver escutando

> Pratique a empatia na escuta. Se coloque no lugar do outro, busque entender profundamente e sem preconceitos o ponto de vista contrário ao seu

> Escute mais e fale menos

> Faça mais perguntas e menos afirmações

> Crie momentos de silêncio entre o que foi dito e sua fala

> Ao final de cada dia reflita sobre o que você aprendeu com os outros

11 de ago. de 2014

O artista famoso que agora está falido...


Recentemente estive nos Estados Unidos a trabalho. 

Na correria aeroporto – hotel e vice-versa, me deparei com algumas lojas de conveniência. Sempre que posso faço uma parada para comprar um chocolate ou refrigerante para aliviar os sentidos após uma longa viagem me sentindo uma sardinha em lata por 12 horas.

Dei uma olhada nas revistas e um primeiro ponto que impressiona é a quantidade e variedade de revistas. Aliás, tudo neste país é grande ou gigante, desde pacotes de salgadinho até o tamanho dos carros.

Além disso, me chamou a atenção o foco das revistas de celebridades. Ao contrário do Brasil onde as matérias chapa branca são só elogios aos famosos, as revistas por aqui falam mal das celebridades. É comum dizendo algo como:

"Fulana foi traída por fulano".

"O artista X que era muito famoso há 20 anos agora está quebrando e prestes a virar sem-teto".

E por aí vai...


Fiquei refletindo sobre por que tanta diferença na cobertura norte-americana e brasileira.

Revistas de celebridade são fúteis por natureza. Falando bem ou mal, em 95% dos casos não acrescentam nada. Mas então por que elas vendem?

Por que precisamos fugir de nossa existência de vez em quando para olhar a vida dos outros. É a mesma dinâmica que se aplica ao Big Brother ou discutir como o casamento da sua prima vai de mal a pior, enquanto saboreia o almoço de Domingo.

Ninguém é de ferro. Todo mundo se deixa levar pelo ego e faz isso de vez em quando.

Confesso que até me senti bem lendo a capa das revistas que falavam mal das celebridades. Veio um pensamento mais ou menos assim: “tá vendo, sua vida não é tão ruim”. Certamente não só eu que me sinto assim lendo estas revistas e acho que é por isso que vende. Sentimos-nos melhor quando comparamos nossa vida com os problemas que os outros enfrentam.

Cultuar celebridades ou falar mal dos outros ativa em nós a mesma dinâmica. É o ego falando dentro de nós.

O ego que nos afasta do momento presente, dos sentimentos nobres pelos outros, da visão de que no fundo somos todos um, com os mesmos problemas, virtudes e potenciais latentes.

6 de mar. de 2014

1 Mês sem Celular

Sempre me fascino por estas experiências que nos tiram da zona de conforto e ao mesmo tempo nos ajudam a retomar nossa HUMANIDADE.

Leo Babauta ficou 1 mês sem celular. No relato a seguir ele conta o quão desafiadora foi esta experiência nos primeiros 4-5 dias. Depois deste período ele percebeu que viver sem celular ajudava muito a se reconectar com os outros e a viver no momento presente.

Desconectar do mundo virtual para se conectar no real. Vamos praticar?

My Month Without a Smartphone

In February, I went (almost) completely without my iPhone. I thought it would be hard, and it was at first, but it turned out to be one of the best changes I’ve made in my Year of Living Without.
I highly recommend periods of no cellphone: for disconnectedness, quietness, and full attention to people you’re with and your thoughts and your surroundings.
It wasn’t easy at first. Having a smartphone everywhere you go (which I purposely didn’t have until last summer) creates mental habits — checking things constantly, sending messages, looking things up immediately when a thought pops into your mind, doing something. I suffered withdrawal for a few days, when I would want to reach for my phone constantly every time I was out of the house, and sometimes even in the house.
I was missing out on emails from colleagues and Snapchats from my kids. I couldn’t book something immediately, make a reservation, look up a need-to-know-now fact. I couldn’t read on the train. I couldn’t tell what time it was — this was a big one, as I don’t have a watch and use my phone to tell time, and I realized I’m always worried I’m late!
I watched these urges, and found them interesting. The best thing to do with urges is to be curious. So on trains, on walks, in a tea shop, I’d just watch my urges with curiosity. How did I get like this?
But then I accepted my new reality, after about 4-5 days. I just knew that I wasn’t going to be checking things, reading, looking things up, doing tasks, when I was out of the house. I knew that this was going to be disconnected, quiet, mindful time. This was my reality, and it wasn’t bad at all. In fact, I grew to like it.
My world didn’t fall apart because I wasn’t productive every second of the day, and wasn’t on top of every message instantly. I actually survived not immediately knowing exactly where Crimea was or who won the Oscars last year. Shocking, I know.
I meditated as I walked outside, and sat on a train, or waited in line. I was actually aware of the present moment, much more often than usual.
When our lives are always connected, being disconnected can be a relief. This was my experience in February. For the first few days of March, I continued the habit. Yesterday, for what seemed like a good reason, I brought my phone on an errand … and all of a sudden my old habits came back.
I think I’ll leave my phone at home most of the time now.
What’s next? This month I’m doing no alcohol. What that means is no glass of red wine with Eva every night. I thought it wouldn’t be too hard, because I did more than a month without alcohol last year. But the first few days have shown me a few surprisingly strong urges to have a few sips of wine. I’m OK with the urges — I see them as a part of myself I’m learning about, with curiosity.

29 de jun. de 2013

Qual foi a última vez que você olhou para o céu por mais de 1 minuto?


No meu caso, faz no mínimo uns 6 meses que não faço isso.

A luz vermelha piscante do meu BlackBerry (aquela que avisa que chegou um e-mail) é um dos maiores culpados por isso.

No meu caso a solução foi deixar o celular sempre virado para baixo, assim a luz não aparece e eu fujo da tentação de responder o e-mail.

A Tirania da conectividade é um dos maiores problemas desta vida moderna. Nos tornamos escravos da conexão online, algo muitas vezes desnecessário.

Acesse o Google Tradutor caso queira ler o texto em português.


The Tyranny of Connectivity

Jonathan Fields

So I pick up a new iPhone over the weekend after cracking the screen on my old one. During the 3 hours before I get it home, something amazing happens.

The phone is blank. No apps beyond the factory installed ones. No email. No twitter. No facebook. No nothing!

My previous killing-time-default-to-screen mode vanishes. I can't check what isn't there. So I stop thinking about it. Instead, every time I stop the car or pause at a street corner, or wait for an elevator or a gluten-free nosh or a check-out line, I just "am."

Lost in contemplation. Thinking, pondering, ideating, integrating, singing Bohemian Rhapsody at the top of my lungs (with the windows rolled up, y'all deserve that much).

New ideas for experiences and content flood in. Patterns and connections I'd been struggling to make just kind of happen. Because every morsel of ideative space is no longer being squeegeed out of me by the addiction to see who needs me and for what.

I feel free. Light.

Then...Seriously? SERIOUSLY?!

Has my pocket-lurking gateway to the world so disconnected me from the space needed to fertilize ideas that I've forgotten what it's like to be dialed not into my device, but into Source? Me? C'mon, I'm the presence guy. I'm BETTER than that!

So, I finally get home and, while waiting for the elevator, I notice something else...

Five other real-life humans linger, every one of them heads down, gaze cast into upright palms, bathed in the appified glow of digital disintegration. Not a word is uttered. Five people standing within five feet of each other, yet we might as well be 500 miles apart. Hell, that would be better, because then at least we'd be texting, updating and tweeting each other through our phones. Oh the humanity!

It gets worse...

In his phenomenal book Where Good Ideas Come  From Stephen Johnson shares how bignormous, breakthrough ideas rarely come as the classic lightning bolts from above. Rather, they're the result of two people each working on their own stuff, serendipitously colliding, starting a conversation and seeing patterns and ideas that unlock the potential of the other's not-quite-robust pieces of the puzzle.

All too often, random interactions seed epic revelations.

The constant default to appified space-evaporating remote connectivity kills not only our ability to reconnect with those right in front of us, but the possibility of serendipitous collision that's so important to next-level ideation, problem-solving, innovation and art.

It all but eliminates the possibility of two ideas bumping into each other to form a third better idea. Because we're all to busy filling every free moment with our heads shoved firmly up our apps.

Can you still have serendipitous collision in the digisphere? Sure. But, at least in my experience, it ain't the same. You lose so much of the subtlety and nuance, the nonverbal communication, spontaneity, rapport and trust that feeds the fornication and incubation of ideas worth birthing.

Technology is good. I'm not a luddite. But only when we tap it to serve, rather than own us and the world.

So, I get home and I've got a decision to make. Restore my new iPhone to it's former 5-screens-of-apps glory or cut the cord.

I decide to do a bit of an experiment. A partial appectomy...

I delete things like twitter and facebook and 36 other apps I use largely to fill and kill time. I think about losing Instagram, but I find that having this app on my phone actually draws me deeper into the world. I'm constantly looking for more things, people and interactions to capture. It helps me see what's right in front of me.

I leave email on the phone, but I may delete that soon, too. Yes. Really. Pretty sure there was life before mobile email, and there'd be life after. Especially considering you can already find me with my a macbook pro on my back a good part of any day. I think the only real challenge would be retraining everyone else not to expect me to be checking and responding to email in near-realtime. More on that to come.

13 de abr. de 2013

Fatos e percepções


Com base em quê você avalia os outros? Fatos ou percepções?

Estamos sempre avaliando o outro. Quem já não sentiu aquela empatia ou antipatia por uma pessoa no primeiro contato? E quantas vezes esta primeira impressão falhou?

No meu caso, errei em muitas vezes.

É da nossa natureza querer avaliar o outro e criar verdades a seu respeito. Mas até que ponto estas verdades existem?

Uma regra fundamental para sermos mais justos ao avaliar os outros: priorize sempre os fatos.

Se você não tem fatos para avaliar alguém, acabará avaliando com base em suas percepções. E neste caso, a possibilidade de erro é muito maior. Portanto, se não tem fatos para avaliar não avalie ou invista tempo na busca por fatos.

Interessante notar como este assunto se aplica a tudo que está ao nosso redor. Frequentemente estamos avaliando governos, personalidades, familiares e ideias mais por percepções do que por fatos.

Na Gestão de Pessoas em organizações uma avaliação equivocada pode arruinar a motivação de equipes e paralisar ou acabar com carreiras.

A avaliação por percepções é ainda mais prejudicial quando a empresa e os gestores tem um olhar somente para o negativo em relação a seus times e uma visão fechada sobre a possibilidade de as pessoas se desenvolverem.

Algumas atitudes fundamentais para termos uma avaliação justa de nossas equipes:

  • Avalie por fatos e não por percepções
  • Valorize as forças e qualidades das pessoas
  • Entenda que todos podem mudar para melhor, se quiserem e forem estimulados para isso
  • Todos tem talento e potencial. Coloque as pessoas certas nos lugares certos


Avalie o mundo a seu redor com base em FATOS e não em PERCEPÇÕES.

15 de mar. de 2013

Fazendo as perguntas certas


Sempre que surge um problema, nosso impulso natural é dizer aos outros o que fazer. 

Este é o tipo de atitude que não cria espaço para reflexões, debates e inovação.

Se adicionarmos a isso a busca por velocidade nas decisões, só teremos a REPETIÇÃO das MESMAS soluções para problemas DIFERENTES.

Como evitar esta armadilha?

Faça as perguntas certas.

Fazer as perguntas certas é uma grande arte. E uma condição fundamental para criar os diálogos que as pessoas querem ter. Diálogos que fortaleçam as relações de confiança e comprometimento.

À partir de uma boa pergunta surge a indecisão, a reflexão e o debate.

Grandes soluções começam com boas perguntas.

Aqui vão algumas perguntas certas para uma reflexão sobre sua organização*:


Design Diferente?
O desenho estrutural/organizacional e dos processos é voltado a trabalho
em equipe/alta cooperação ou incentiva o trabalho isolado, fragmentário?
E os sistemas de RH?


Liderança Coerente?
Os líderes da organização (pessoas em posições que pressupõem
liderança de grupos) cooperam entre si e estimulam trabalho em equipe
ou geram competição e formam “feudos”, isolados do conjunto?


Habilidades Coerentes?
As pessoas da organização têm as habilidades essenciais (capacidade
de dialogar, de ouvir, de se relacionar positivamente, de harmonizar
interesses, de negociar etc.) para efetivamente trabalharem em equipe?


Comunicação Coerente?
As pessoas têm informações e feedback apropriado para um efetivo
trabalho de “grande equipe”, ou seja, voltado à organização como um todo?


Modelos Mentais Coerentes?
As pessoas (colaboradores e executivos) têm uma visão adequada da
“anatomia dos resultados” do negócio da organização ou só conhecem
um pequeno fragmento do processo e, portanto, não estão preparadas
para atuar em prol do todo?

* Extraído de reflexões sobre a organização - Amana-Key 2008

2 de mar. de 2013

Sua empresa é uma República ou Monarquia?


O Brasil se tornou uma República em 1889, quando a família real foi expulsa do poder.

Enquanto numa Monarquia quase a totalidade do poder político pertence ao rei, o escolhido de Deus para governar e liderar seu povo, numa República qualquer cidadão pode se candidatar ao cargo de presidente. O candidato que aglutina as melhores propostas e consegue comunicá-las de forma clara ao seu eleitorado geralmente vence a eleição.

É óbvio que a República é um sistema político muito melhor do que uma Monarquia. Democracia e República são forças convergentes enquanto que o mesmo não pode ser dito entre Democracia e Monarquia. Por essas e outras, a maioria dos países desenvolvidos e emergentes do mundo atual se transformou em República no último século. Os poucos países do Ocidente que ainda são uma Monarquia esvaziaram o poder dos Reis (casos de Espanha e Reino Unido, por exemplo).

República significa que todos são iguais e portanto devem ter os mesmos direitos. Não há enviados de Deus para nos dizer o que será feito.

Embora o Governo Brasileiro tenha se transformado numa República há mais de 100 anos, isso ainda não é uma realidade na maioria das empresas do país (e que hoje tem um poder econômico até maior do que o próprio governo).

Como há uma clara hierarquia de poder nas organizações, fica muito fácil para os chefes aceitar sua posição e simplesmente mandar alguém fazer o trabalho. Mas, sabemos muito bem que esta abordagem autoritária não funciona mais nos dias atuais (embora ainda exista em MUITAS organizações).

Mesmo em organizações aparentemente "democráticas", a verdade é que a maioria dos presidentes, diretores e gerentes se acha melhor do que os outros funcionários. Por mais velado que seja, este sentimento de superioridade se manifesta nos momentos de conflito, quando as emoções aparecem.  E nessas horas, quem grita é o chefe e não o subordinado...

Situações como esta se repetem todos os dias em organizações do país e do mundo.

O século XXI exige uma nova forma de distribuição de poder nas empresas. Chegou a hora de todos realmente serem tratados como iguais, do estagiário ao presidente.

A hierarquia é útil e necessária para a gestão de qualquer empresa, mas precisa ser utilizada na dose certa.

Se sua empresa ainda não implementou os seguintes processos, pode ser que ela esteja presa no passado da gestão de pessoas:

- Avaliação de clima organizacional, no qual todos os funcionários podem responder com 100% de transparência sobre como anda o clima de trabalho e a relação com gestores e pares

- Feedback e Coaching nas relações entre funcionário e gestor

- Conversas periódicas entre a Presidência, Diretoria e demais funcionários para melhorar os resultados e processos da empresa

- Comitês de inovação, nos quais os funcionários podem sugerir e liderar projetos que melhorem a organização


Se sua empresa ainda está no passado, você precisa começar a transformar sua organização numa REPÚLBLICA.

Um sistema que não é perfeito, mas que parte da idéia de que todos são iguais e merecem ser ouvidos. 

Todos são líderes em potencial e podem se tornar presidente um dia, se assim desejarem.

18 de jan. de 2013

Conselhos por 25 centavos


Um belo e simples movimento que pode impactar a vida de milhões. 
Que tal criarmos conselheiros nas praças das grandes cidades do mundo?

Consulta: 25 centavos

Como se vendem conselhos nas ruas de Nova York
por Carol Pires - revistapiaui.estadao.com.br

Todos os domingos, depois do almoço, o búlgaro Ivailo Dimov sai do Brooklyn em direção à Union Square, em Manhattan, arma sua cadeira de acampamento azul e pelas cinco horas seguintes segura uma placa que diz: “Conselhos. 25 cents.” Dimov não é padre, terapeuta, nem sequer um velho sábio. É um homem de 35 anos, estatura mediana e um sorriso amigável que combina com suas bochechas cheinhas. Trabalha no mercado financeiro em Wall Street, mas nunca é perguntado sobre bolsas e ações. Num domingo recente, entre as dezenas de pessoas que o procuraram, ele atendeu um homem sofrendo de amor, uma mulher endividada, um escritor em crise existencial, dois alunos inseguros sobre a vida escolar e um jovem com o polegar cortado que fugia da namorada.
Era o início da tarde e o furacão Sandy estava previsto para chegar a Nova York no dia seguinte. Mesmo que o vento já quase levasse embora sua peruca black power de Halloween, Dimov decidiu manter o serviço que presta desde setembro, o Advice4Quarter. Três amigos o acompanharam nesse dia na missão de vender conselhos a desconhecidos. Não podiam deixar os nova-iorquinos na mão num momento de crise.
A Union Square é uma espécie de teatro popular ao ar livre, mas nesse dia estava vazia por causa da tormenta iminente. Toda a fauna de obsessivos, loucos, pedintes, performáticos e transeuntes que povoa a praça parecia diluída na multidão no mercado em frente, comprando comida para estocar em casa. Do lado de fora, um jovem se acercou do grupo e perguntou se os conselhos deveriam ser sobre coisas específicas ou gerais. Ele então jogou uma moeda de 25 centsno chapéu e pediu um conselho qualquer. Um dos conselheiros, chamado Will, lhe perguntou se ele já estava preparado para a tormenta, se comprara comida e baterias. Sim, o rapaz já fizera isso. E como iria trabalhar no dia seguinte? O metrô estaria fechado. “Ah, esse foi um bom conselho de verdade. Não tinha pensado nisso”, disse o rapaz, antes de seguir seu caminho.
Brian, um estudante de medicina da Universidade de Nova York, loiro e magricela, passava por ali em direção ao East Village, onde se refugiaria na casa de um amigo. Mas não fugia da tormenta, e sim da namorada. Ela só tem 19 anos – um a menos que ele. Nas palavras do rapaz, ela está sempre depressiva e é muito carente. Na noite anterior, Brian tentara terminar a relação, mas a garota ameaçou se cortar com um estilete caso ele não voltasse atrás. Ao tentar tirar o objeto da mão dela, acabou com o polegar direito cortado. Vendo que a ameaça era séria, decidiu ficar até ela dormir, quando correu para casa. Na manhã seguinte, ela estava na porta do prédio dele aos berros. Ao fugir novamente em direção à casa de um amigo, Brian viu o grupo com os cartazes anunciando conselhos. Ainda com o dedo sangrando, afobado e perturbado, contou a Ivailo Dimov sua história.

imov se mudou da Bulgária para os Estados Unidos há dez anos, quando foi estudar física no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Boston. Ali ouviu pela primeira vez sobre estudantes que vendiam conselhos na Harvard Square inspirados na personagem Lucy, dos quadrinhos do Charlie Brown, que cobrava nada mais que 5 cents por suas opiniões. Dimov tinha o desejo de comprar um baixo, mas era estudante e com pouco dinheiro. “Paguei os 5 cents a um daqueles conselheiros e me convenci que deveria comprar o baixo”, disse. Ele aprendeu a tocar o instrumento, mas o perdeu na mudança, quando foi estudar na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, onde se formou Ph.D. em física.
Dimov estima que 10% das pessoas que falam com ele só querem saber o propósito do serviço. A maioria quer se divertir e pergunta coisas circunstanciais, eleitas no momento. Naquele dia uma moça quis saber se sua calça jeans nova a deixava bem. Jodi Samsom, uma mulher elegantemente vestida que descobriu o Advice4Quarter pelo Facebook e ajudava Dimov no serviço, respondeu à dúvida, como se fosse uma amiga fofocando no banheiro: “Ah, sabe o quê? Na verdade ela deixa sua bunda um pouco achatada.” Se ouvisse isso de uma amiga, a mulher poderia pensar que a opinião era tendenciosa. Vindo de uma desconhecida, o palpite – ou conselho – não está sujeito a esse tipo de constrangimento.
No domingo seguinte à tormenta, muitas árvores tombadas ainda não haviam sido retiradas das ruas e parte da Union Square estava fechada pela polícia. Dimov montou as cadeiras em uma esquina mais isolada. Com o serviço de metrô restabelecido, oito amigos puderam acompanhá-lo. Nenhum deles era amigo íntimo de Dimov, mas sim gente que fora aconselhada em algum dia e quis voltar, mas para o outro lado do balcão. Para Dimov, dar conselhos é uma habilidade universal.
Num dia movimentado, ele e seus amigos chegam a aconselhar 100 pessoas, o que somou 25 dólares, usados para comprar as cadeiras de acampamento, placas novas, chá e café para os conselheiros. Sua ambição, porém, não é criar um negócio, e sim um movimento como o Free Hugs,que espalhou pelo mundo a ideia de abraçar desconhecidos na rua. “Somos 8 milhões numa pequena ilha e a maioria não tem com quem conversar. Essa é a proposta do Advice4Quarter”, explicou.
Quem não gosta do conselho pode ter sua moeda de volta. Uma vez um homem de passagem lhe disse: “Eu faço a mesma coisa que você para viver, só que cobro 250 dólares por hora e não devolvo o dinheiro se eles não gostarem.”
O caso de Brian bem poderia ser encaminhado a um divã, mas ele se contentou com o que ouviu na rua. Em troca de 25 cents, escutou que naquela situação não era errado ser um pouco egoísta e cuidar primeiro da própria segurança. Ele ficou alguns segundos assentindo com a cabeça. E então disse: “Isso é exatamente o que vou fazer.”