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13 de jan. de 2014

Emoções Positivas - Ferramentas para seu dia a dia


Emoções Positivas são um dos componentes do modelo P.E.R.M.A de Felicidade e Bem-Estar. Esta abordagem para melhorar a qualidade de vida foi criada pela Psicologia Positiva e já foi citada neste espaço algumas vezes. Para maiores detalhes, clique aqui.

Ser feliz é muito mais do que ter apenas emoções positivas! Mas sim, as emoções tem um papel importante em nossas vidas. Assim como as emoções negativas também tem sua importância. Elas nos levam a estados reflexivos, introspectivos, que podem se traduzir no impulso que precisamos para tomar decisões difíceis e que tragam mudanças em nossas vidas.

A sociedade atual, movida pelo consumismo e ideias simplistas, vende que precisamos estar sempre felizes, mesmo que a custo do consumo de drogas lícitas ou ilícitas. Temos que ser os melhores profissionais, pais, mães, filhos, sempre belos, "malhados" e com energia extra para suportar todos os desafios da rotina (trânsito, filas, violência urbana, alta rotatividade no trabalho, etc).

Se desconecte desta visão equivocada do mundo e comece a praticar suas emoções positivas com algumas destas ferramentas:

>> Em seu laptop ou tablet, crie uma pasta de Emoções Positivas: inclua músicas que levantam seu astral, fotos de lugares e pessoas que você admira e textos curtos que te inspiram. Deixe a pasta na sua área de trabalho para sempre se lembrar de acessar

>> Há evidências científicas de que fazer o bem aos outros faz bem a quem oferece os atos de carinho. Faça ao menos 1 ato de carinho com o próximo por dia: seja mais gentil no trânsito, faça voluntariado, compartilhe algo inspirador na sua rede social, ligue para um amigo que precisa de ajuda, etc

>> Crie seu Diário dos Fatos Engraçados: anote todos os dias 3 situações engraçadas que aconteceram com você naquele dia

>> O que gosta de fazer? Crie uma lista de tudo o que você gosta ou gostava de fazer. Desde escrever um poema até ficar imaginando situações enquanto ouvia uma música. Lembre do que gostava na sua infância e anote. Depois, separe 5 minutos por dia para praticar estas atividades. Importante: anote as sensações que você teve novamente em seu diário e reflita sobre quais experiências ainda conseguem alavancar suas emoções positivas

8 de jul. de 2013

10 pensadores que você precisa conhecer


Acredito que ninguém cria algo novo do zero. Sempre há alguma influência de teorias prévias ou da experiência de vida.

Encontrar conteúdo hoje em dia não é mais um problema. O desafio continua a ser encontrar o pensamento que vai contra a maré do senso comum e da superficialidade.

Se você se interessa por gestão de pessoas, motivação, inovação, felicidade ou até espiritualidade irá se beneficiar pelo contato com estes autores. Eles formam a base de grande parte do que acredito e guia meu trabalho neste blog e fora dele.


3 de jul. de 2012

Qual o seu Talento?



Quais são seus 5 principais talentos?

Você está usando estes talentos no seu dia a dia?

Sua profissão requer estes talentos que você já tem?

Ou você precisa mudar de profissão para estar em sintonia com o seu melhor?


"Aquele cara é fraco".
Quem nunca escutou alguém falando isso no cafezinho da empresa?
Ninguém é ruim, fraco. Isso não existe.
O que existe:

1) Pessoas que não sabem quais são seus talentos;

2) Pessoas que não utilizam seus talentos no dia a dia.


Todo mundo tem talentos naturais.
Conheça suas forças/talentos/competências.
Crie uma vida na qual você tenha que praticar estas qualidades sempre, todo dia.
Desenvolva seus talentos naturais.


No próximo papo de cafezinho, quando escutar que alguém é fraco, pense duas vezes.
O que você pode fazer para ajudar aquela pessoa a ser melhor?

Na próxima sessão de feedback, em vez de falar somente das fraquezas ou "áreas de oportunidade" centralize a conversa nos talentos que você e seu grupo tem e em como utilizá-los a serviço da organização.


E afinal, quais são seus 5 principais talentos?

Um teste que funcionou para mim foi o VIA Survey of Character Strenghts, disponível gratuitamente no portal Authentic Happiness, da Universidade da Pensilvânia (é preciso que você faça um breve cadastro com seu email).

Reserve 30 minutos para responder honestamente as 240 questões do teste que avalia 24 "forças de caráter" / talentos que cada um de nós temos.

25 de abr. de 2012

Um caminho para a Felicidade e o Bem-Estar

Não existe fórmula mágica para a felicidade. Cada um tem a sua própria fórmula.

Eu acredito que a felicidade surge naturalmente naqueles que não estão tão concentrados o tempo todo na ideia de alcançá-la.

Embora seja cada vez mais disseminada a crença de que bons salários, benefícios e bens materiais tragam mais felicidade, diversos estudos comprovaram que a correlação entre dinheiro e felicidade é quase nula (para saber mais consulte os livros 'Felicidade', de Eduardo Giannetti e 'Florescer', de Martin Seligman).

A Psicologia Positiva está empenhada em descobrir caminhos para aumentar a nossa felicidade e bem-estar.

Esta apresentação do Dr. Martin Seligman, um dos criadores desta nova área do conhecimento, mostra o que é a Psicologia Positiva, como ela se diferencia da Psicologia tradicional e as novas descobertas para uma vida mais feliz, baseada em emoções positivas, engajamento (também chamado de flow) e sentido.



Este vídeo foi feito em 2004. Alguns anos após, Seligman ampliou suas concepções sobre felicidade e bem-estar, incluindo também dois outros elementos: relacionamentos e realizações, criando uma teoria que ficou conhecida como PERMA.

Para saber mais à respeito, clique aqui.

17 de abr. de 2012

Programado para falhar

Eu sempre achei que a Obsolescência Programada fosse uma teoria da conspiração sem fundamento, mas mudei de opinião após assistir a este documentário produzido pela TV Espanha.


Você sabia que sua impressora Epson pode ter um chip programado para travar a máquina após um certo número de cópias?

Que tal um iPod com bateria que dura no máximo 18 meses?

A lâmpada foi criada por Thomas Edison no final do século XIX e após alguns anos fabricantes desenvolveram lâmpadas que duravam 2.500 horas. Isso mudou nos anos 1930, quando um cartel formado por empresas decidiu produzir lâmpadas piores, que tivessem uma duração máxima de 1.000 horas.

Produtos que falham obrigam seus consumidores a comprar novos. Junte a isso mais crédito disponível para os consumidores e a crescente necessidade de ter o mais novo, alimentada pelo Marketing. Pronto, temos a fórmula perfeita para o crescimento econômico.

Um crescimento econômico que não significa mais felicidade e bem-estar.

Uma fórmula que está destruindo o planeta e jogando seu lixo em países como Gana, conforme o documentário mostra.

Um filme assustador e que gera uma profunda reflexão sobre consumismo, em linha com o post anterior.

24 de mar. de 2012

Como medir a Felicidade no Brasil?


Embora a mídia brasileira e internacional insista em comparar o desempenho dos países com base no Produto Interno Bruto (PIB), está claro que este indicador não representa o sucesso de uma nação.

Como o PIB mede basicamente a geração de riqueza, isso significa que um crescimento neste indicador pode vir tanto da produção de carros quanto de armas. Quanto maior o consumo (apesar do impacto ambiental), melhor para o PIB.

O Brasil caminha rapidamente para se tornar a quinta economia do Mundo até a metade desta década, mas por outro lado ainda patina nos avanços sociais necessários para que sejamos um país desenvolvido. Basta comparar nosso sistema educacional e de saúde com o dos países da Europa Ocidental, por exemplo.

Portanto, nosso sucesso no PIB não significa muita coisa.

Nós (e os demais países do globo) precisamos de um indicador que vá medir aquilo que faz a vida valer a pena: a felicidade e o bem-estar.

Portanto, o FIB (Felicidade Interna Bruta), faz muito mais sentido do que o PIB. 

Esta ideia já foi amplamente defendida por pensadores como Eduardo Gianetti, no seu livro Felicidade e Martin Seligman, ao refletir sobre a Psicologia Positiva, além de já ser uma realidade no Butão (desde 1972!), um reino de 700 mil habitantes ao norte da Índia.

Ao que tudo indica, começaremos a ouvir falar do FIB no Brasil à partir da iniciativa pioneira de pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas. Excelente notícia!


Índice vai medir felicidade do brasileiro
FGV-SP elabora a metodologia do novo índice, a Felicidade Interna Bruta; intenção é fornecer os resultados ao governo federal para auxiliar no desenvolvimento de políticas públicas
23 de março de 2012 | 22h 45
Roberta Scrivano
www.estadao.com.br


SÃO PAULO - A riqueza do País pode começar a ser mensurada de outra forma. No lugar do Produto Interno Bruto (PIB), a Felicidade Interna Bruta (FIB). A Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) está empenhada na elaboração da metodologia do novo índice. A intenção é fornecer os resultados ao governo federal para auxiliar no desenvolvimento de políticas públicas.

O FIB já existe no Butão, um pequeno reino incrustado nas cordilheiras do Himalaia. Lá, o contentamento da população é mais importante que o desempenho da produção industrial. O índice pensado pela FGV, no entanto, não será tão radical. "O PIB será um dos componentes do cálculo", esclarece Fábio Gallo, professor da FGV-SP que, ao lado de Wesley Mendes, encabeça o desenvolvimento do estudo.

O PIB é considerado por diversos especialistas um índice incompleto. Dados como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) ou o nível de segurança das cidades não são contabilizados. Portanto, elencar a grandeza das nações pelos bilhões acumulados com produção industrial e comercial, por exemplo, é, para esses especialistas, uma distorção da realidade.

"Elaborar o índice que queremos é algo complexo. São muitos dados subjetivos que variam de Estado para Estado", explica Gallo. Num país do tamanho do Brasil, com regiões diferentes entre si, a tarefa fica ainda mais complicada. "Tudo será sob medida para cada uma das regiões. Dessa forma, chegaremos a bons resultados, que reflitam a situação real do País", completa Mendes.

Os professores salientam que o PIB falha ao computar os custos ambientais e, ao mesmo tempo, inclui em seu cálculo formas de crescimento econômico prejudiciais ao bem-estar da população. Gastos com crime, atendimento médico, divórcio e até desastres naturais como tsunamis colaboram para elevar o PIB.

O primeiro passo do desenvolvimento da metodologia do FIB brasileiro já foi dado pela FGV, e mostra que a riqueza econômica não é o principal fator de felicidade da população. Um questionário com jovens adultos de São Paulo e de Santa Maria, pequena cidade no interior do Rio Grande do Sul, mostrou que o índice de satisfação dos jovens gaúchos é 22,5% maior que o dos paulistanos. Entre os 11 aspectos de vida estudados, os mais relevantes para a percepção de satisfação foram vida social, situação financeira e atividades ao ar livre.

Ainda de acordo com essa primeira etapa da pesquisa, a principal preocupação dos paulistanos é com segurança pessoal, enquanto a principal satisfação é com perspectivas de crescimento acadêmico. Entre os gaúchos, a preocupação é com as expectativas de conseguir um bom trabalho. A satisfação é com a boa vida social. "Sociedade feliz é aquela em que todos têm acesso aos serviços básicos de saúde, educação, previdência social, cultura, lazer", afirma Fábio Gallo.

3 de jan. de 2012

Psicologia Positiva


Psicologia

A Psicologia foi criada no final do século XIX, quando se tornou uma área do conhecimento separada da Filosofia. Nestes mais de 100 anos, no entanto, seu principal objeto de estudo foram doenças como a depressão, o transtorno bipolar e a ansiedade.

Que tal uma Psicologia para o estudo daquilo que faz a vida valer a pena?

A Psicologia Positiva foi criada com este intuito, no final dos anos 90. Um dos seus principais estudiosos é o Dr. Martin Seligman, professor da Universidade da Pensilvânia.

Teoria do Bem-Estar

A Felicidade e o Bem-Estar tem sido duas áreas de estudo da recém criada Psicologia Positiva. 

O modelo PERMA, apresentado no livro Florescer (Seligman, 2011 - Editora Objetiva), define como componentes do Bem-Estar:
  • Emoções Positivas (P - Positive Emotions)
  • Engajamento (E - Engagement)
  • Relacionamentos (R - Relationships)
  • Missão/Sentido (M - Meaning)
  • Realização (A - Achievement)

Clique abaixo para visualizar e baixar slides sobre esta Teoria.